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O impacto fêmoro-Acetabular e o Pilates

O Dr. Joel Steinman é medico há mais de 30 anos, surfista há mais de 40 e um dos médicos brasileiros estudiosos e especialistas no método Pilates. Além disso, ele é diretor do Tao Pilates Instituto de Medicina do Exercício e do Esporte e autor do livro SURFING AND HEALTH.

Na primeira participação na Revista Pilates, Dr. Joel faz uma relação entre o impacto fêmero-acetabular, que afeta bastante a região do quadril, e o Pilates. Quer saber mais? Leia a matéria e informe-se.

Existem evidências crescentes de que o Impacto Fêmoro-Acetabular (IFA) exerça papel importante na causa mecânica do desenvolvimento da artrose do quadril.

Baseado em observações há mais de 40 anos, acredita-se que todas as artroses “sem causa aparente” sejam secundarias a sutis alterações acetabulares e femorais previamente subestimadas ou não reconhecidas.

O impacto Fêmoro-Acetabular é capaz de fazer estragos na articulação do quadril, uma vez que provoca alterações mecânicas articulares que geram um ciclo vicioso de ação e reação do corpo humano, que acaba causando dor e levando a diferentes graus de limitação na flexão, rotação interna e abdução do quadril.

É muito importante conhecer em detalhes o quadril. As avaliações radiológicas permitem analisar diversos parâmetros que podem favorecer ao impacto coxo-femoral e que associado a avaliação funcional facilitam a elaboração de um programa de Pilates individualizado.

Entre eles estão: ângulo colodiafisário; ângulo de cobertura acetabular; coxa profunda; retroversão acetabular; transição cabeça/colo femoral.

1- O ângulo colodiafisário é formado pela intersecção das linhas traçadas ao longo dos eixos do colo e da diáfise femoral (valor normal: entre 125 e 140º; acima de 140º, coxa valga; abaixo de 125º, coxa vara).

2 -O ângulo de cobertura acetabular é formado pela intersecção de duas linhas a partir do centro da cabeça femoral, uma delas perpendicular e outra tangenciando o rebordo acetabular. (valor normal: entre 25 e 40º; acima de 40º, indica excesso de cobertura acetabular; entre 20 e 25º, déficit de cobertura; abaixo de 20º, acetábulo displásico).

3- No quadril normal o fundo do acetábulo não deve ultrapassar a linha isquiática.  Nos casos de coxa profunda: o fundo acetabular se projeta medialmente a linha isquiática.

4 -No quadril normal a linha amarela – (traçada sobre o bordo anterior do acetábulo) se projeta medial em relação à linha vermelha (traçada sobre o bordo posterior do acetábulo). Na retroversão acetabular e linha amarela se cruza a linha vermelha, conhecido como sinal do oito.

DR. Joel Steinman

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