Pilates aplicado a Doença de Parkinson

O método Pilates apresenta muitos benefícios que visam à prevenção e a redução dos riscos de lesões, além de trazer alívio às dores crônicas, especialmente os problemas de coluna. A técnica abrange todo o corpo de maneira uniforme e busca fortalecer, equilibrar e alongar a coluna vertebral, proporcionando descompressão das tensões existentes.

Por esse motivo, o Pilates é uma técnica muito indicada para a reabilitação de pacientes com mal de Parkinson, uma doença neurológica que se caracteriza principalmente pela lentidão dos movimentos, rigidez muscular global e tremores em áreas específicas do corpo, ou mesmo generalizados. Ainda há a possibilidade de o paciente apresentar alterações e desequilíbrios na postura, dificuldades na fala e movimentos.

Uma vez que os movimentos do Pilates são controlados, eles podem fazer uma enorme diferença para pessoas com mal de Parkinson, pois os sintomas podem ser retardados e até mesmo controlados. São melhoras que podem ser notadas muito cedo pelos próprios pacientes: o andar, o equilíbrio, a força muscular e o alongamento da musculatura rígida.

A estimulação a prática deve ser feita com todo o cuidado, observando as especificidades de cada paciente. Os exercícios de solo ou com a utilização de aparelhos e acessórios, contribuem para a manutenção do equilíbrio da consciência e da movimentação corporal e minimizando os sintomas.

Durante uma aula, o instrutor deve fazer o aluno se mexer o máximo possível, realizar exercícios de alongamento, como o gato de frente na cadeira, leg press no reformer, série de costas no reformer. E evitar posições de risco, tais como, exercícios com a caixa em cima do Reformer, exercícios em pé em cima do Cadillac.

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6 COMENTÁRIOS

  1. Exercícios programados e adaptados aos pacientes da doença de Parkinson promove, sim muitos benefícios. É obvio que não se pode exigir de uma paciente de 70 anos o mesmo que para um paciente de Parkinson Precoce! Não se esqueça que: “Parkinson não tem idade”

  2. Gato na cadeira????
    Apenas por que é “seguro” não significa que seja bom pra um portador de parkinson! A propósito, quem escreveu a matéria já observou a postura desses individuos pra pensar em flexionar mais a coluna? Ou mesmo questionou a possibilidade de terem osteoporose e ficar jogando mais carga compressiva nas vertebras já fragilizadas???