Como o Pilates pode ajudar pessoas com Parkinson

Estima-se que no Brasil cerca de 200 mil pessoas entre 50 a 65 anos são diagnosticadas com Parkinson.

Os primeiros sintomas aparecem de um lado do corpo. Os mais frequentes são mãos e dedos trêmulos, mas a doença também pode afetar a face, que passa a ficar com expressão facial rígida, a fala fica baixa e monótona, e há a diminuição da frequência do piscar os olhos.

Queixo ou pés com tremores que pode ser notados principalmente quando a pessoa está em repouso e relaxada, e só melhora ao movimentar.

Com a progressão da doença ambos os lados são afetados. Os sintomas mudam com o passar do tempo. São eles:

– Bradicinesia (movimentos lentos) o que torna movimentos do dia-a dia muito demorados e difíceis, como se vestir, caminhar e levantar.

– Rigidez acontece porque os músculos não recebem ordem para relaxar. Pode causar dores musculares e postura encurvada.

– Marcha lenta, alteração no equilíbrio: a pessoa anda com a postura levemente curvada para frente, podendo causar cifose ou provocar quedas (para frente ou para trás).

O método do Pilates tem se mostrado muito eficiente na reabilitação de pessoas com a Doença de Parkinson por ser praticado com muita segurança, respeitando os limites e ritmo de cada um.

O Pilates trabalha o corpo como um todo. Os exercícios são realizados suavemente e combinam alongamento, força, resistência, respiração, concentração e fluidez dos movimentos.

Corrige a postura e realinha a musculatura. Os benefícios do método vão além de se trabalhar a força, flexibilidade, alongamento, postura e respiração. O corpo começa a funcionar em conjunto com a mente, melhorando a autoestima e qualidade de vida de uma forma dinâmica.

Outro ponto importante é praticar as aulas em um estúdio, com acompanhamento de um profissional bem capacitado e com formação completa em Pilates.

O ideal são no máximo três alunos para cada profissional, a cada aula, para que os mesmos consigam estar sempre próximos, corrigindo e auxiliando o praticante na execução dos exercícios. A maior atenção do profissional sobre o aluno permite que a aula seja melhor direcionada às necessidades dele. Para a eficiência da técnica com garantia de ótimos resultados.

Daniele Ressurreição dos Santos
Educadora Física (Licenciatura e Bacharel)
CREF 98666/G SP

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1 Comentário

  1. Muito boa sua orientação.Mts pessoas são diagnósticadas com Parkisson quando na realidade têem sintomas Parkessiano .
    Vc poderia contribuir com exercitações e os cuidados que devemos observar na execução dos exercicios?

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