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Archive for the ‘Stress’ category

O atleta e a ansiedade

April 11th, 2013

Por Rafaela Porto
Instrutora Certificada STOTT PILATES ™
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit CREF 04836-G/SP

 

Para se tornar um atleta de elite no mundo moderno é necessário ter disciplina, treinar por muitos anos e se dedicar de forma quase exclusiva ao esporte. E, geralmente, a carreira esportiva inicia em idade muito precoce.
Mas o desenvolvimento do atleta não pode estar focado apenas nos aspectos físicos, técnicos e táticos. Deve haver a preocupação com o desenvolvimento intelectual, motivacional, emocional e social.

Foto: Divulgação

 

Que tal associarmos isto à prática de Pilates? Nestes casos, a técnica pode prevenir o estresse ocasionado pela pressão, trabalhando a ansiedade, a frustração, o medo e a auto-superação. Isso acontece com a maioria dos esportistas, que se sentem obrigados a vencer, cobrados por uma sociedade que exalta a emoção da vitória e o sofrimento da derrota.
O equilíbrio (ou desequilíbrio) emocional é um aspecto integrante do esporte competitivo. Muitos estímulos causam efeitos emocionais positivos e/ou negativos, que influenciam diretamente no desempenho do atleta e no seu comportamento diante da competição.
A exposição a algumas experiências ansiosas pode causar mudanças fisiológicas como o estreitamento da atenção, o aumento no consumo de energia e o aumento de adrenalina, que poderá interferir negativamente no desempenho global do atleta.
O Pilates ajuda a aumentar essa concentração. De um modo geral, as pessoas iniciam as sessões bem atentas, mas é preciso cuidar: à medida que tudo começa a ficar familiar, a zona de conforto começa a se encaixar novamente.
Uma aula de Pilates geralmente inicia te relembrando de situações que você conhece como respirar e se movimentar, lentamente e por partes. Essa é uma ótima maneira de se esforçar a ficar atento a pequenos detalhes. Que tal reavaliar sua postura junto ao professor e perceber que talvez seja necessário um novo conceito para o seu próprio corpo?
As respostas emocionais apresentadas pelos atletas tornaram-se foco em um estudo da Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício em 2012, impulsionando os profissionais ligados à área a avaliar as influências da ansiedade nos eventos competitivos. O público estudado: atletas de ginástica artística, que sofrem muito com a ansiedade antes e durante as competições.
Já existem muitos estudos nesta área, relacionados à psicologia do esporte. É um assunto legal para pesquisar e se aprofundar, não é?

Cuide do seu intestino com exercícios de Pilates

July 23rd, 2012

É raro encontrar uma pessoa que não tenha problemas com o intestino. Umas se queixam de que é preso demais; outras, de que seu funcionamento é absolutamente imprevisível. A maioria das queixas, porém, vem das mulheres. Grande número delas reclama de intestino preso, ou obstipação intestinal. Em alguns casos, esse problema é físico, mas em outros decorre de fatores psicológicos e emocionais.

Tão forte é a influência do intestino sobre o nosso organismo que esse órgão é tido nos meios científicos como o “segundo cérebro”. A expressão foi cunhada pelo médico americano Michael D. Gershon, do Departamento de Anatomia e Biologia Celular da Columbia Univesity Medical Center, em Nova York. Depois de 30 anos de pesquisas, Gershon conseguiu identificar a interatividade entre os neurotransmissores produzidos no intestino, chamado por ele de órgão inteligente, e as nossas emoções, cuja sede é o sistema límbico, localizado no cérebro. Portanto, atribuir a prisão de ventre apenas ao tipo de alimentação é um erro.

Embora sejam independentes, os sistemas nervoso central (localizado no cérebro e na medula espinhal) e o entérico (intestinal) “conversam” entre si. Sabe aquele incômodo na barriga relacionado a ansiedade em determinadas situações, acontece por causa da conexão direta entre os neurônios circulantes no tubo digestivo e no cérebro ( o chamado eixo cérebro-intestinal, que funciona como uma via de mão dupla). A ansiedade, gerada pela expectativa do grande dia, se reflete no intestino, que tanto pode travar como desandar. Isso porque esse sentimento altera a produção de serotonina e desorganiza as ondas peristálticas. Alterações na produção da serotonina também estão por trás da síndrome do intestino irritável, uma das principais doenças que afetam o intestino.

Não se deve encarar o mau funcionamento do intestino como algo natural. É preciso estar atento e procurar atendimento médico se houver sangue ou muco nas fezes, distensão e cólicas abdominais e elevação da temperatura 

O intestino é um órgão do trato gastrointestinal dividido em duas porções: delgado e grosso. O intestino delgado é a porção primária do intestino e é responsável pela digestão e absorção de nutrientes, enquanto o intestino grosso é a segunda porção do intestino e é responsável pela absorção de água, sais e vitaminas. Este órgão pode ser afetado por doenças como fibrose cística, doença celíaca, doença de Crohn, colite ulcerativa, síndrome de intestino irritável, diverticulose e câncer (MAHAN e ESCOTT-STUMP, 2002).

Foto: Revista Boa Forma

Sabe-se que o exercício físico auxilia na promoção de uma vida saudável e na melhora da capacidade funcional, porém, ainda é pouco o que se sabe sobre seus efeitos nas doenças inflamatórias intestinais (D’INCA et al., 2000).

É sabido que o exercício físico proporciona movimentos no intestino grosso e mudanças hormonais, que provocam efeitos mecânicos no intestino, facilitando o peristaltismo. Além disso, a atividade física é responsável também por melhorar o tônus muscular pélvico e abdominal, facilitando a expulsão do bolo fecal (COTA e MIRANDA, 2006). Evidências recentes obtidas em estudo laboratorial mostraram que a prática habitual de atividade física moderada protege o íleo de camundongos contra os efeitos do envelhecimento (LIRA et al., 2008).

Estudos epidemiológicos têm demonstrado que a atividade física regular praticada em quantidade apropriada apresenta uma associação significativa com a redução do risco para o desenvolvimento de câncer de cólon em até 40% entre os indivíduos mais fisicamente ativos. Em contrapartida, tem-se observado que o exercício físico exaustivo aumenta a produção sistêmica de radicais livres, com conseqüente aumento dos danos oxidativos ao DNA, além de deprimir a função imune global, eventos estes, relacionados ao aumento do risco para o desenvolvimento de câncer (DEMARZO, 2005).

Quanto ao sedentarismo e a constipação intestinal idiopática, a recomendação de atividade física regular é ainda assunto controverso. Dado este, confirmado por meio de estudos que avaliaram a relação entre estes fatores (WANNMACHER, 2005). Em estudo realizado por DALEY et al. (2008), os resultados foram positivos, destacando até a possibilidade de que o exercício seja uma intervenção eficaz na minimização dos sintomas em pacientes com síndrome do intestino irritável, que pode ser o caso dos pacientes com constipação predominante.

A escolha do método Pilates como atividade física, pode contribuir também para o equilíbrio da mente e do corpo, além de ajudar no controle da ansiedade. Os movimentos do Pilates trabalham e fortalecem principalmente a musculatura de sustentação do abdômen, lombar, assoalho pélvico e glúteos. Esses músculos são responsáveis pela melhora da postura, aliviando dores nas costas e consequentemente auxilia a saúde do orgão intestinal.

De forma geral, CHEN e NOBLE (2009) confirmam a existência de hipóteses que associam o exercício a diversos benefícios do trato gastrointestinal, porém, sugerem que mais estudos experimentais são necessários para confirmar tais afirmações.

Confira as dicas para evitar a prisão de ventre:

  • Mexa-se! Não esqueça que os intestinos são músculos. Se você passar o dia sentada, seu sistema digestivo fica lento. Estudos indicam que as pessoas sedentárias são 3 vezes mais passíveis de sofrer de prisão de ventre. A prática de exercícios físicos aumenta o fluxo sanguíneo no abdome e estimula os movimentos intestinais.
  • Descanse bem!
  • Pare tudo e vá ao banheiro! Ao sentir necessidade, quanto mais tempo você demorar a ir ao banheiro, mais água é absorvida, e mais duras ficam as fezes.
  • Beba muito líquido! Tome líquidos em todas as refeições. Inclua no seu dia-a-dia alimentos líquidos, como sopas e molhos, além de água, leite desnatado e sucos.
  • Consuma alimentos ricos em fibras todas as refeições! Mas se você não tem o hábito de comer fibras, comece com pequenas doses, para não causar um desarranjo intestinal.
  • Certifique-se de que sua alimentação não esteja pobre demais em gorduras! As gorduras podem funcionar como lubrificantes. Portanto, um pouco de azeite e nozes, por exemplo, podem ajudar nesse processo.

Sempre antes de começar a fazer qualquer tipo de dieta ou reeducação alimentar procure um profissional qualificado.

Fonte: Drauzio Varella, physio-terapia.blogspot, rgnutri, equilibriofisioterapiaepilates.blogspot

 

 

Como identificar pacientes com Hiperidrose

July 16th, 2012

Hiperidrose é um estado onde o corpo produz um volume de suor desproporcional às necessidades fisiológicas para a regulação da temperatura corporal, ou seja, o paciente transpira demais e sem motivo.

Não existe exame específico para definir quem é portador dessa disfunção. Devemos observar os sintomas que a pessoa apresenta, dentre os quais: suar em excesso (umedecer, molhar ou encharcar) não em todo o corpo, mas sim em áreas localizadas (face, couro cabeludo, pescoço, axilas, mãos, nádegas, virilhas e/ou pés), geralmente de forma episódica (aparece e desaparece), várias vezes ao dia, tanto em dias quentes quanto em frios. Isso ocorre graças a uma doença denominada de hiperidrose.

O suor é um substância composta por água (99%) e pequenas quantidades de sais minerais (1%), basicamente cloreto de sódio e ureia. Outras substâncias presentes no sangue podem estar presentes no suor, como cálcio, magnésio, potássio, zinco e ferro, porém, em concentrações muito reduzidas. Ao contrário do que muitos pensam, o suor não é uma fonte de eliminação de toxinas e não serve para “purificar” o organismo.

O suor é produzido pelas glândulas sudoríparas que se localizam nas camadas mais internas da pele, comunicando-se com a camada mais superficial através de micro ductos que desembocam em poros na nossa pele. Sua função básica é ajudar na regulação da nossa temperatura corporal. A produção de suor pelas glândulas sudoríparas é controlada pelo nosso sistema nervoso central, nomeadamente pelo hipotálamo onde os neurônios termossensíveis se encontram.

Apesar de não ser uma doença grave, que traga maiores complicações, a hiperidrose pode ser incômoda e atrapalhar a vida social e profissional dos pacientes. Além do constrangimento social, a hiperidrose favorece o aparecimento de algumas doenças de pele, como eczemas, verrugas, dermatite atópica, infecção fúngica nas unhas, frieiras, foliculite e odores desagradáveis.

 

Foto: mdemulher

A hiperidrose pode ocorrer em diversas regiões do corpo:

Face, couro cabeludo e pescoço: a face fica úmida ou escorre suor pelo rosto. Isso ocorre em alguns horários do dia e provoca a sensação de falta de higiene. O couro cabeludo sua, deixando os cabelos úmidos ou provocando escorrimento de suor pelo rosto e pescoço.

Mãos: as palmas das mãos suam, podendo pingar, ou ficam úmidas e/ou frias durante parte do dia. As pessoas não se sentem bem em cumprimentar com apertos de mão nem durante as relações sexuais. As crianças têm dificuldades em trabalhos escolares – borrando os papéis porventura utilizados durante suas tarefas.

Axilas: o suor escorre pelas axilas e forma manchas nas blusas, dificultando o uso de roupas coloridas. Essas pessoas tendem a vestir roupas brancas ou pretas. Pode ou não estar associado com o mau odor das axilas (bromidrose). Esses sintomas geram um grande desconforto e sensação de falta de higiene.

Nádegas/ virilhas: essas regiões podem apresentar suor em excesso e, devido a isso, gerar aumento da ocorrência de micoses, assaduras e feridas no local, além de constrangimento por haver a impressão de que a pessoa urinou.

Coxas: presença de suor nas coxas, umedecendo as roupas íntimas e calças.

Pés: os pés suam ou ficam frios durante parte do dia, dificultando o uso de sandálias e sapatos sem meia, pois os pés escorregam e a poeira os suja mais facilmente. Pode ou não estar associado com o mau odor dos pés (bromidrose).

Tórax, costas, abdomem e região lombar: esse locais podem ficar molhados gerndo grande dificuldade em usar roupas coladas ao corpo.

Segundo Dr. José Ribas Milanez, cirurgião do grupo de tórax do Hospital das Clínicas de São Paulo e do Hospital Albert Einstein. existem pessoas que, quando estressadas, têm dor de estômago, dor de cabeça, hipertensão e algumas chegam a enfartar e até a morrer, há um grupo que em resposta ao estresse sua muito. Em mais da metade desses pacientes (56%), foi encontrado um parente de primeiro grau (pai, mãe, filho, irmão) ou de segundo grau com o mesmo tipo de resposta ao estresse. A hiperidrose, portanto, tem características genéticas que se manifestam em determinadas famílias.

É muito difícil conseguir controlar a sudorese excessiva. As pessoas acabam aprendendo que reduzir o nível de ansiedade talvez acalme os sintomas e diminua a intensidade do suor, mas que é quase impossível controlar a manifestação do problema. O impacto psicológico negativo é idêntico nos dois sexos. Tanto a vida dos homens quanto a das mulheres torna-se extremamente limitada pela sudorese excessiva. Por isso, é necessário que o profissional de Pilates, Fisioterapeuta ou Educador Físico tenha conhecimento e flexibilidade com esse tipo de paciente para instruí-lo corretamente sem causar constrangimentos ou encaminhá-lo a um tratamento específico dentro do campo da cirurgia torácica. “Esse é um tratamento que traz satisfação pessoal imediata e o paciente demontra satisfação momentânea pós tratamento”, diz Dr. Ribas Milanez.

Fonte: acadhemia.com, drmalucelli.com.br e Drauzio Varella

Conheça os sintomas causados pela Sindrome da Fadiga Crônica

July 5th, 2012

Com a finalidade de encontrar um rótulo para queixas de cansaço crônico sem causa aparente, apresentada na maior parte das vezes por mulheres de meia idade, há 20 anos o Center for Diseases Control and Prevention (CDC) estabeleceu os seguintes critérios: queixas de fadiga intensa, sem causa aparente, com mais de 6 meses de duração, acompanhadas de sintomas como dores musculares e deficiências de memória.

A tendência dos médicos nesses casos é atribuir a queixa às atribulações da vida moderna: noites mal-dormidas, alimentação inadequada, falta de atividade física, problemas psicológicos ou mera falta de vontade de trabalhar.

Alguns desses pacientes, se sentem incomodados, e chegam a fazer via sacra pelos consultórios atrás de um médico que leve a sério seus problemas, lhes ofereça uma esperança de melhora ou, pelo menos, uma explicação para o mal que os aflige.

Portadores da síndrome da fadiga crônica sofrem de duas doenças: a que provoca cansaço e a resultante do descrédito alheio.

Na maioria das vezes, a doença se instala insidiosamente depois de um episódio de  resfriado, gripe, sinusite ou outro processo infeccioso. Por razões desconhecidas, entretanto, a infecção vai embora, mas deixa em seu rasto sintomas de indisposição, fadiga e fraqueza muscular que melhoram, todavia retornam periodicamente, em ciclos, durante meses ou anos.

Fonte: portalmulherdefato.com.br

Como diferenciar esse estado de fadiga crônica, daqueles associados às solicitações da vida urbana?

Não há exames de laboratório específicos para identificar a fadiga crônica. De acordo com o International Chronic Fatique Syndrome Study Group, o critério para estabelecer o diagnóstico é o seguinte: considera-se portadora da síndrome toda pessoa com fadiga persistente, inexplicável por outras causas, que apresentar no mínimo quatro dos sintomas citados abaixo, por um período de pelo menos seis meses:

  • Dor de garganta;
  • Gânglios inflamados e dolorosos;
  • Dores musculares;
  • Dor em múltiplas articulações, sem sinais inflamatórios (vermelhidão e inchaço);
  • Cefaleia com características diferentes das anteriores;
  • Comprometimento substancial da memória recente ou da concentração;
  • Sono que não repousa;
  • Fraqueza intensa que persiste por mais de 24 horas depois da atividade física.

Alguns estudos sugerem que predisposição genéticadoenças infecciosas prévias, faixa etária, estresse e fatores ambientais tenham influência na história natural da enfermidade. Condições como hipoglicemia, anemia, pressão arterial baixa ou viroses misteriosas também são lembradas, mas a verdade é que as causas da síndrome da fadiga crônica são desconhecidas.

A evolução da doença é imprevisível. Às vezes, desaparece em pouco mais de seis meses, mas pode durar anos ou persistir pelo resto da vida.

A ignorância em relação às causas da síndrome, explica a  inexistência de tratamentos específicos para seus portadores. Mudanças de estilo de vida podem ser úteis. Os especialistas recomendam uma dieta equilibrada, uso moderado de álcool, exercícios regulares de acordo com a disposição física e a manutenção do equilíbrio emocional para controlar o estresse.

Reabilitação fisioterápica e condicionamento físico são fundamentais para a manutenção da atividade física e profissional.

Como em todas as doenças mal conhecidas, proliferam os assim chamados tratamentos naturalistas, alguns dos quais apregoam resultados milagrosos para a fadiga crônica. Infelizmente, não há qualquer evidência científica de que eles modifiquem a evolução da doença.

Fonte Drauzio Varella

Lesões em corredores recreacionais

June 20th, 2012

Por Rafaela Porto
Instrutora Certificada STOTT PILATES ™
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit

A corrida é considerada uma das atividades físicas mais populares do mundo principalmente pelo baixo custo da prática e de fácil execução também. Com esse crescimento os praticantes começaram a se queixar de dores e o aparecimento de lesões começou a ser mais comuns entre os grupos de corrida.

Alguns estudos estão sendo realizados para identificar possíveis fatores de risco para essa modalidade. Entender melhor o perfil dos corredores recreacionais, cada particularidade como a distância semanal de treinamento é uma ótima opção aos treinadores dessa população, e nesse caso a participação de fisioterapeutas, médicos e outros profissionais da saúde nos treinamentos de corrida podem auxiliar com diversas estratégias de prevenção. As principais lesões apresentadas são: tendinopatias e lesões musculares, sendo o joelho a articulação que mais é citada.

Infelizmente essa não é nossa realidade! A maioria dos corredores prefere treinar sem nenhum tipo de acompanhamento profissional!

 

Fonte: cdn.mundodastribos.com

Alguns estudos apontam que a inexperiência na prática da corrida pode também ser um fator de risco para novas lesões. A associação encontrada entre a experiência de corrida e a história de lesões pode ser explicada pelo fato de que, quanto maior a experiência do corredor, maior sua capacidade de adaptação ao estresse musculoesquelético imposto pela corrida. Outra possível explicação é o que a literatura denomina de “fenômeno de sobrevivência”, pois os indivíduos mais experientes seriam os “sobreviventes” das lesões que fizeram muitos outros corredores abandonarem a prática de corrida.

Para os corredores, saber a quantidade e quais são as lesões da corrida pode alertar sobre a necessidade de cuidados em relação à prática dessa atividade física, estimulando um modo mais seguro aperfeiçoar sua técnica e rendimento físico.

Tudo isso só estimula os profissionais a desenvolverem programas de tratamento para essa população promovendo a prática de forma mais eficiente e segura. A opção da prática do Pilates como forma de prevenir lesões e dores atualmente está sempre entre as técnicas mais indicadas pelos profissionais e os corredores também estão cada vez mais adeptos à prática do método.

Porque surgem as câimbras e como evitá-las

June 18th, 2012

Câimbras podem acontecer quando menos se espera. De repente, a pessoa sente uma dor intensa provocada por contrações involuntárias de um ou mais músculos, repentinas e prolongadas. As contrações usualmente se instalam nos membros inferiores e ocorrem em espasmos, tornando visíveis os músculos e tendões contraídos.

Em geral, as câimbras musculares são causadas pela prática de esportes ou por determinadas atividades profissionais. Já as câimbras noturnas na perna, muitas vezes não têm causa aparente, mas sugerem a associação com algumas doenças sistêmicas.

 

Foto: mdemulher.abril.com.br

Entre as causas mais comuns das câimbras, é válido citar:

- Uso exagerado da musculatura:

São as câimbras típicas dos atletas que praticam exercícios que sobrecarregam determinados músculos. No entanto, elas podem ocorrer, também, nas mãos, nos braços e no pescoço como resultado de atividades como escrever, digitar ou trabalhar com ferramentas na mesma posição durante muito tempo.

- Desidratação:

A água facilita as contrações e o relaxamento das fibras musculares e dos tendões. A falta dela deixá-os mais sujeitos a espasmos.

- Baixas temperaturas:

O frio faz com que a musculatura fique mais tensa e contraída, o que facilita a ocorrência de espasmos das fibras musculares.

- Má circulação:

Nos mais velhos, o estreitamento das artérias que irrigam os membros inferiores causado por placas de aterosclerose pode provocar câimbras, quando a musculatura é solicitada com mais intensidade.

- Compressão de raízes nervosas:

Artroses e perda de elasticidade dos discos que ficam entre as vértebras da coluna lombar podem comprimir os nervos, que saem para inervar os membros inferiores, e provocar dor. Essa dor fica mais forte à medida que a pessoa anda e pode adquirir as características típicas das câimbras. No entanto, ela melhora quando a coluna fica ligeiramente flexionada para frente, por exemplo, na posição que a pessoa assume ao empurrar o carrinho do supermercado.

- Carência de sais minerais:

Falta de potássio, cálcio ou magnésio na dieta alimentar pode estar por trás de quadros de câimbras frequentes. Pessoas hipertensas que tomam diuréticos geralmente perdem potássio.

- Dor de crescimento das crianças:

A dor de crescimento das crianças é simplesmente uma câimbra infantile pode ser causada por falta de magnésio, potássio, excesso de esforço fisico. ou eletricidade estática que causa o desencadeamento da dor de crescimento.

- Outras causas potenciais:

Diabetes, anemia, insuficiência renal, doenças de tireóide, doenças neurológicas, desequilíbrios hormonais, mulheres grávidas ou problemas vasculares são fatores que favorecem a ocorrência de cãibras. Alguns relatos também indicam que o uso de certos suplementos dietéticos como creatina pode aumentar os riscos de cãibras musculares. Se câibras apareceram sem um histórico prévio, consulte um médico para excluir causas mais sérias.

- Prevenção e Tratamento:

Na maioria das vezes, os episódios dolorosos são ocasionais, duram menos de um minuto e desaparecem espontaneamente. Analgésicos e anti-inflamatórios não têm utilidade nenhuma no tratamento das câimbras. No entanto, nas crises, algumas medidas simples podem representar a melhor forma de tratamento.

 

Foto: xtremelacrosse.files.wordpress.com

Câimbras não têm cura, mas alguns cuidados simples podem prevenir a repetição das crises:

- Exercícios de alongamento e massagem:

Alongar o músculo em espasmo e massagear a área afetada com movimentos circulares são técnicas fundamentais para promover o relaxamento da musculatura e alívio da dor.

Nesse grupo, recomenda-se um programa de alongamento continuo. É importante salientar que não vai ser de um dia para o outro que o alongamento trará resultados. É preciso pelo menos algumas semanas com alongamentos diários para o músculo ter mais resistência às contrações involuntárias.

Quando as câimbras se manifestam nas pernas, a pessoa deve ficar em pé e colocar o peso sobre a perna acometida, dobrando o joelho para estirar os músculos da batata da perna. Se não conseguir ficar em pé, deve sentar-se, esticar a perna e puxar os pés para trás com as mãos.

- Boa hidratação:

Manter uma boa hidratação ao longo do dia, especialmente antes de praticar exercícios vigorosos. e evitar o sedentarismo. Bem hidratados, os músculos se contraem e relaxam com mais facilidade.

O melhor modo de controlar o grau de hidratação do corpo é através da cor da urina. Pessoas desidratadas apresentam urina muito amarelada e normalmente com cheiro forte, enquanto que um corpo hidratado produz urina clara e sem cheiro.

- Alimentação balanceada:

Inclua frutas e verduras na sua dieta habitual. Esses alimentos são ricos em vitaminas, calico, magnésio, sais minerais e nutrientes importantes para o funcionamento não só dos músculos, mas de todo o organismo.

Água tônica possui pequenas quantidades de quinina uma substância que também parece prevenir câimbras. Existem relatos de melhora das câimbras noturnas após alguns dias ingerindo água tônica à noite.

Existem alguns medicamentos, como vitamina E, complexo B, verapamil, cloroquina e gabapentina que podem ajudar em casos específicos, mas que só devem ser tomados após avaliação médica.

- Aplicação de calor no local:

O aumento da temperatura favorece o relaxamento dos músculos.

Fonte:

copacabanarunners.net

pilatespirenopolis.wordpress.com

drauziovarella.com

Livre seu cérebro de um curto-circuito

May 31st, 2012

A área do cérebro responsável pelo prazer que sentimos ao comer, fazer sexo ou ao expor o corpo ao calor do sol, é integrado numa área cerebral chamada sistema de recompensa. Esse sistema foi relevante para a sobrevivência da espécie. Quando os animais sentiam prazer na atividade sexual, a tendência era repeti-la. Estar abrigado do frio não só dava prazer, mas também protegia a espécie. Desse modo, evolutivamente, criamos essa área de recompensa e é nela que a ação química de diversas drogas interfere. Tal comportamento reflete uma disfunção do cérebro. A atenção do dependente se volta para o prazer imediato propiciado pelo uso da droga, fazendo com que percam significado todas as outras fontes de prazer.

O sistema de prazer é muito primitivo, a evolução criou, no cérebro, um centro de recompensa ligado diretamente à sobrevivência da espécie. As abelhas, quando pousam numa flor e encontram néctar, liberam um mediador chamado octopamina, neurotransmissor presente nas sensações de prazer. É importante para as abelhas e para os seres humanos também. A droga produz efeito tão intenso porque age nesses mecanismos biológicos bastante primitivos.

O cigarro nada mais é do que um dispositivo para administrar droga. A nicotina inalada com a fumaça é rapidamente absorvida pelos alvéolos pulmonares, cai na circulação e chega ao cérebro num intervalo de seis a dez segundos. Inalada, chega mais depressa do que se tivesse sido injetada na veia, porque não perde tempo na circulação venosa. A velocidade com que a droga chega ao sistema nervoso central explica por que a primeira tragada traz alívio imediato ao fumante aflito.

No tecido cerebral, a nicotina se liga a receptores localizados nas membranas dos neurônios localizados em vários centros cerebrais. A integração desses circuitos é responsável pela sensação de prazer que os dependentes referem sentir ao fumar – e que os não-fumantes são incapazes de entender.

 

Foto: vidaeaprendizado.com.br

Viciados em nicotina, os neurônios do centro que integra as sensações de prazer, ao sentirem seus receptores vazios dela, estimulam outros circuitos de neurônios, que convergem para o chamado centro da busca. Esse centro é responsável por induzir alterações comportamentais com a intenção de nos obrigar a repetir ações que anteriormente nos trouxeram prazer: sexo, comida, atividade física, temperatura agradável para o corpo entre outros.

Informados da falta de nicotina, os neurônios do centro da busca lançam mão de sua mais poderosa arma de persuasão comportamental: a ansiedade crescente. Tomado pela vontade de fumar, o fumante perde a tranqüilidade, fica agitado, nervoso e não consegue se concentrar em mais nada. Para ele, não existe felicidade possível sem o cigarro.

Para tratar o curto-circuito de prazer que a nicotina arma entre os neurônios é preciso ensinar o cérebro novamente a funcionar como fazia antes de entrar em contato com a droga.

A prática de alguma atividade física como o Pilates, pode ajudar muito nesta fase, pois substituímos o prazer do cigarro pelo prazer do exercício. Muitas pessoas não gostam, ou por algum outro motivo acabam não fazendo atividade física, porém dizem gostar do bem estar que a pratica faz ao corpo e mente.

Através do Pilates, quando enfatizado os 5 princípios do método, respiração, posicionamento da pelve, posicionamento da caixa torácica, estabilização e movimentação da cintura escapular e posicionamento da cabeça e coluna cervical, conseguimos com que a pessoa melhore sua concentração, força muscular, postura e também que ela relaxe através de um controle da respiração, liberando a tensão muscular e aliviando o estresse do dia a dia.

Fonte: drauziovarella.com.br

* Texto adaptado por Fernanda Misquevis Eleutério Silva, Fisioterapeuta em formação STOTT PILATES e COORDENADORA DE CURSOS Pilates StudioFit/METALIFE.

 

Pilates auxilia os planos respiratórios.

May 29th, 2012

A respiração pode ser enfatizada e utilizada como instrumento para atingir qualidade na execução dos movimentos. O contrário também acontece, pois movimentos adequados do tronco estimulam e ampliam a entrada e a saída de ar dos pulmões. Uma respiração bem trabalhada explora movimentos laterais, inferiores e posteriores da nossa “cesta” torácica, um forte complexo de tecidos corporais do qual participam os ossos das costelas, da coluna e do peito, o esterno. Naturalmente mais rígida, por sua função de proteção dos nossos órgãos vitais, a mobilidade desta estrutura no entanto é fundamental para a saúde e eficiência em praticamente todas as nossas funções na vida.

O Pilates auxilia na devolução aos sedentários, aos fumantes e ex-fumantes, às gestantes no terceiro trimestre e a tantas outras pessoas que com frequência não respiram de forma eficaz, uma organização corporal mais eficiente, com estratégias motoras que promovem uma  otimização da respiração e resultam na melhoria da qualidade de vida.

respiração profunda ou forçada é um excelente treino para os abdominais.

 

Foto: fisioterapiaquintana.blogspot.com.br

Quando expiramos com mais força e colocamos as mãos na barriga, sentimos a ação dos músculos abdominias. A expiração então pode facilitar a mobilização da coluna em flexão. Por outro lado, a inspiração profunda faz o peito subir e a coluna iniciar um arco para cima e para trás, e essa respiração pode auxiliar na realização do movimento de extensão da coluna, que é tão importante para alcançar um objeto em uma prateleira acima da cabeça, quanto para nadar ou realizar o exercício de Pilates chamado de Swimming, por exemplo.

A respiração é também responsável por importantes mudanças fisiológicas. A inspiração e expiração consistentes e plenas auxiliam a nutrição celular e a eliminação de impurezas e subprodutos do metabolismo. Pilates chamava esse mecanismo de limpeza de “chuveiro interno” que revigora e rejuvenesce a mente e o corpo.

A respiração profunda ou forçada otimiza a troca de gases O2 e CO2. Quando essa troca é mais eficiente, pode resultar em uma melhora do humor, da imunidade, da saúde dos mais diversos tecidos corporais.

Movimentar a coluna de forma segmentada através de exercícios específicos e respirar profundamente são recursos do Pilates que também estimulam o sistema nervoso autônomo. Este sistema que fica aconchegado à nossa coluna é responsável por regular funções como o sono, o relaxamento, os batimentos cardíacos, a circulação, a digestão, a eliminação dos dejetos e a produção de hormônios, elementos indispensáveis ao equilíbrio e o bom funcionamento do organismo.

Quando a respiração é limitada, ela compromete a mobilidade e a vitalidade de todo o corpo. A prática constante e adequada de Pilates nos ajuda a relaxar, sensibilizar, desacelerar o ritmo em todas as áreas do nosso viver.

Fonte: Aliança Brasileira de Pilates- Autor: Alice Becker

 

Insônia: exercícios e dieta certa interferem na qualidade do sono

April 25th, 2012

Cada vez mais gente se queixa das noites em claro sem vontade própria

Dados de um estudo conduzido em São Paulo em 2007 revelam que até 35% dos paulistanos reclamam de insônia, problema que, não bastasse o sacrifício noturno, gera, durante o dia, irritabilidade, fadiga, perda de memória e concentração, sem contar que ainda predispõe a infecções, depressão e doenças cardíacas. As mulheres padecem mais do transtorno: para cada portador do sexo masculino, há três do feminino.

“O indivíduo não consegue dormir ou manter o sono durante a noite e tem um repouso superficial”, define a médica carioca Andréa Bacelar, da Academia Brasileira de Neurologia. “Hoje há um novo conceito de que o insone é aquele que vive insatisfeito com o seu sono. Essa dificuldade é fruto de um estado de hiperalerta na hora de dormir“, diz a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, em São Paulo.

Por que há uma horda crescente de vítimas desse antiapagão? A resposta não espanta, porque são ingredientes da vida nas grandes cidades. A culpa recai sobre o estresse crônico e a ansiedade – e também nas desordens que esses fatores ajudam a desencadear.

“Uma porção de males, entre eles insuficiência cardíaca, refluxo e desordens hormonais, está associada à privação não intencional de sono. Daí a necessidade de investigar a fundo o problema”, aponta a neurologista Rosa Hasan, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

Os transtornos da mente, aliás, lideram a lista dos financiadores de insônia. “É comum observarmos dificuldades para dormir entre pacientes com depressão, ansiedade e esquizofrenia”, diz o psiquiatra Teng Chei Tung, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Na menopausa e no período que a sucede, um número significante de mulheres passa a relatar noites em claro. “As oscilações hormonais, as ondas de calor e quadros depressivos figuram entre as principais explicações para o problema”, diz a ginecologista Helena Hachul, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). No caso, a reposição hormonal, quando bem indicada e somada a mudanças no estilo de vida, costuma remediar a situação.

No campo do estilo de vida, quem merece o título de fator pró-sono é o exercício físico. Um estudo da Universidade Bellarmine, nos Estados Unidos, acaba de sinalizar, após acompanhar 2,6 mil pessoas de 18 a 85 anos, que a prática regular de uma atividade moderada aprimora em 65% a qualidade do sono.

Nem é preciso viajar para fora do país para colher resultados tão animadores. Na Unifesp, a fisioterapeuta e pesquisadora da área de psicobiologia Carolina Vicaria está avaliando o impacto da musculação e do alongamento no controle da insônia crônica em pessoas antes sedentárias. “Os voluntários que realizam essas atividades uma hora por dia três vezes por semana relatam uma melhora no padrão de sono”, conta Carolina.

Por quê? “Acreditamos que os exercícios atuam na liberação de endorfinas, que produzem uma sensação de bem-estar, e reduzem a ansiedade no momento de dormir”, explica. Outro trabalho realizado na instituição já havia revelado que a caminhada exerce efeito parecido.

Até mesmo a dieta exerce uma pitada de influência na qualidade do descanso. Há indícios de que consumir carboidratos – as massas, sobretudo integrais – à noite teria um poder sonífero, uma vez que o nutriente interfere na bioquímica cerebral instigando a sensação de conforto e a vontade de descansar. Só não vale abusar, sob pena de engordar.

Fonte: mdemulher

Pilates ajuda no controle do stress

January 4th, 2012

Foto: Pilates Studio Fit

Mais do que uma atividade complementar para preparar o corpo de forma equilibrada para a corrida, a prática de Pilates vai muito além do condicionamento dos músculos, da correção do gesto técnico e da prevenção de lesões.

 

Criado com a intenção de restabelecer e manter a saúde integral do indivíduo, o método Pilates tem papel de extrema importância no gerenciamento do stress negativo em nossas vida.

Primeiramente porque o método foi estruturado levando em consideração a forma pela qual devemos nos mover para atingir o perfeito equilíbrio e economia de movimentos, respeitando as estruturas anatômicas e biomecânicas do corpo. Para tanto, cada exercício foi pensado para ser realizado de determinada forma e ritmo, com baixo número de repetições e alta qualidade de execução.

Isso foi possível porque Joseph Pilates, criador da técnica foi atento observador da natureza e dos animais e estudioso praticante de diferentes formas de esportes e atividades físicas. Ele conseguiu reunir em uma só técnica a sabedoria das práticas milenares do oriente, como o yoga e as artes marciais, e o treinamento físico com vistas ao condicionamento e fortalecimento do corpo praticados no ocidente.

Levando em consideração não apenas que exercícios realizar, mas principalmente como realizá-los, vamos realmente atingir o controle e a consciência necessária para a prática do Pilates.

 

E de que forma isso ajudaria a equilibrar o stress?

 

Primeiramente pela prática consciente e completa da respiração durante a execução de todos os exercícios. Segundo B.K.S. Iyengar, mestre indiano de Yoga, “controlar a respiração e observar seus ritmos aquieta a consciência. Ao controlar a respiração você está controlando a consciência, e, ao controlar a consciência, você dá ritmo a respiração”.

Já se comprovou que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. A hipersecreção contínua de cortisol, responsável pela reação de estresse generalizada, é a responsável pelos estados negativos como depressão por exemplo, em contrapartida, baixos níveis de cortisol estão relacionados a sensação de bem-estar.

Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.

Outro componente para a redução do stress é aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.

A concentração garante a execução de movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em si mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de vaguear a mente por assuntos diversos que não nos ocupam aqui e agora.

A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios não apenas durante e logo após o término da aula de Pilates. Esse aprendizado de si mesmo é levado para todas as situações cotidianas nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e consequentemente nos proporcionando a oportunidade de agir de forma mais eficiente e consciente em todos os planos da vida.

Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo reconhecendo o seu limite integra nosso ser e nos aproxima de nossa alma. Era isso que Joseph Pilates almejava com seu método: a saúde integral. Está aí a nossa disposição, experimente!

 

Fonte: diHITT

 

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