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Archive for the ‘Joelho’ category

#PratiquePilates – Alongamento de joelhos no Reformer

May 21st, 2013

Preparado para mais uma dica de exercícios da série #PratiquePilates? Ele será realizado no Reformer, um equipamento da STOTT PILATES™. Para a execução deste exercício, a barra de pés do aparelho deve permanecer na posição #1, com duas molas. Vamos lá?

EXERCÍCIO: Alongamento de joelhos no Reformer (nível avançado)

A posição inicial do exercício é a seguinte: um pé contra o apoio dos ombros com o joelho flutuando o mais próximo possível do carrinho, mãos segurando na barra de pés. Mantenha os joelhos flexionados, perna de gesto fora do equipamento, com o joelho em direção ao peito, tornozelo em flexão plantar, dedos em leve ponta. Coluna flexionada na curva C, a porção posterior da pelve levada em direção à porção posterior dos fêmures. Sentado para trás em direção aos calcanhares. As bases das palmas das mãos devem permanecer posicionadas na barra de pés, afastadas na distância dos ombros. Deixe os braços levemente flexionados com os cotovelos ligeiramente angulados para trás.

Alongamento de joelhos no Reformer da STOTT PILATES™

Para preparar, inspire. Estabilize tronco e braços e empurre a perna de suporte para trás para mover o carrinho. Mantenha a coluna flexionada e a perna de gesto flexionada em direção ao peito. Depois, expire, estabilize tronco, braços e joelho flutuando logo acima do carrinho. Flexione o quadril e o joelho de suporte e retorne o carrinho. Simultaneamente, estenda a perna de gesto para trás do quadril e alongue a coluna à neutra.

Inspire. Mantenha o carrinho fixo, perna de suporte flexionada, faça uma leve rotação lateral da perna de gesto enquanto o joelho flexiona numa posição de ‘atitude’. Simultaneamente, estenda a coluna. Expire, mantenha o carrinho fixo, a perna de suporte flexionada e estenda a perna de gesto enquanto alonga a coluna à neutra.

Em seguida, inspire novamente. Estabilize o tronco, braços e joelhos flutuando logo acima do carrinho. Pressione com a perna de suporte em extensão completa para empurrar o carrinho. Simultaneamente, flexione a coluna e puxe a perna de gesto em direção ao peito. Para finalizar, expire, mantenha a perna de gesto flexionada em direção ao peito e flexione o joelho e quadril de suporte para retornar o carrinho. Complete dez repetições com cada perna.

 

MAIS PILATES!
#PratiquePilates – Rolamento para baixo com oblíquos no Reformer
#PratiquePilates – Port de Bras com modificação no Spine Corrector
#PratiquePilates – Modificação da rotação em decúbito ventral no Barrel

Lesões no futebol: risco constante

May 15th, 2013

Jogador Renato Augusto, do Corinthians, sente lesão na Copa Libertadores, em março deste ano.
Foto: Leandro Moraes/UOL

 

Por Rafaela Porto
Instrutora Certificada STOTT PILATES ™
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit CREF 04836-G/SP

 

A prática de esportes é cada vez mais comum e os benefícios associados à saúde para todas as idades só aumentam essa popularidade. Mas os efeitos benéficos dividem espaço com as lesões, que são, até certo ponto, inevitáveis.

O futebol, por exemplo, é considerado o esporte mais popular do mundo. Tem regras e fundamentos rígidos, que levam em conta as habilidades físicas e técnicas de um atleta. Por isso, os jogadores se dedicam muito e pegam pesado nos treinos. Mas isso também traz consequências negativas para o corpo.

Os tipos mais comuns de lesões no esporte são as entorses, estiramentos e contusões. No futebol, cerca de 80% ocorre nos membros inferiores, a maioria envolvendo as articulações do joelho, tornozelo e a musculatura da coxa.

As lesões agudas no joelho geralmente são resultantes de movimentos rotacionais da articulação com o pé preso no solo. Elas podem envolver estruturas como ligamentos, o que leva, muitas vezes, à cirurgia. O tratamento e o tempo de afastamento dos atletas variam de acordo com a intensidade da lesão, numa média de seis a nove meses para retorno ao esporte.

Outras lesões frequentes no futebol são as entorses de tornozelo e as tendinites, que podem acometer a parte lateral e medial da perna, o tendão calcâneo (próximo do calcanhar), entre outros. A síndrome do impacto do tornozelo, por exemplo, ocorre como resultado da tração anterior e impacto posterior durante os chutes.

Ainda não há consenso sobre exercícios que protegem a articulação para o esportista, mas estudos científicos dizem que a atividade física não prejudica o joelho, ajuda a mantê-lo saudável. Um estudo recente (Medicine & Science in Sports & Exercise) analisou os efeitos de atividades como a corrida e o futebol para o joelho. A conclusão dos pesquisadores é que a atividade física aumenta o volume da cartilagem, protegendo o joelho.

O Pilates é um ótimo exercício complementar para os jogadores, pois influencia no equilíbrio e previne as dores e lesões, além de melhorar o rendimento físico do alteta. E também é uma boa solução para as articulações.

A participação regular em esportes está associada a uma melhor qualidade de vida e redução do risco de várias doenças, mas lembre que tudo em excesso pode ser prejudicial à saúde, respeite seus limites e pratique atividade física com segurança. PRATIQUE PILATES!!!

 

Efeito da Prescrição de Pilates na reabilitação da Tendinite Patelar: Estudo de Caso

June 22nd, 2012

O tendão patelar está localizado bem abaixo da patela e faz a ligação entre ela e o osso da perna (tíbia).  A tendinite patelar, também, chamada de “joelho de saltador”, é a inflamação deste tendão, causando dor nesta região.

A atividade que mais causa a tendinite patelar é o salto realizado excessivamente. Outras atividades que podem causar a tendinite patelar, quando realizadas repetidamente, são: correr, caminhar e andar de bicicleta. Todas essas atividades causam estresse no tendão patelar, podendo levar à inflamação.

Tendinite patelar também pode ocorrer em pessoas que possuem um desalinhamento dos membros inferiores, como: quadris largos, joelhos valgos ou pés com arcos que se chocam quando você corre ou anda (pé chato), condição que se chama pronação acentuada.

Quais são os sintomas?

• Dor e sensibilidade ao redor do tendão patelar.

• Edema no joelho ou onde o tendão patelar se conecta ao osso da perna.

• Dor ao saltar, correr ou caminhar, especialmente ladeira ou escada abaixo.

• Dor ao dobrar ou esticar a perna.

• Sensibilidade na parte de trás da patela.

Fonte: media-cache-ec6.pinterest.com

Os estudos aqui descritos, tem como objetivo analisar a prescrição do método Pilates na pós-reabilitação de um sujeito com tendinite patelar, visto que existem poucos estudos sobre o Pilates na reabilitação.

Foram avaliados variáveis como flexibilidade,composição corporal, e aspectos de qualidade de vida utilizando o questionário SF-36. Foram aplicadas 10 sessões utilizando o método Pilates. O que chamou atenção foi o aumento da flexibilidade que passou de 21,7cm para 33,7cm e também a melhora de alguns domínios do SF-36, como capacidade funcional, dor, saúde geral e vitalidade.

O tratamento de tendinite patelar pode ser conservador ou cirúrgico. O método Pilates é recomendado para ganho de flexibilidade, de definição corporal, e para aumento da saúde. Recentemente ganhou espaço e popularidade no tratamento de atletas na reabilitação, sendo também empregado no tratamento de desordens neurológicas, dor crônica, problemas ortopédicos e lombalgia.

Bertolla em estudo sobre o efeito na flexibilidade com o método Pilates em atletas de futsal, mostrou que no grupo que foi aplicado o Pilates, a flexibilidade passou de 36,5 cm pra 38,83cm em pré e pós treinamento, depois de doze sessões.

Miranda estudou as modificações na composição corporal e na flexibilidade em praticantes do método Pilates. Foram estudados dois indivíduos do sexo feminino, foram avaliadas através da bioimpedância e de testes de flexibilidade, antes e após serem submetidas ao método Pilates por vinte e quatro sessões, durante aproximadamente dois meses. Analisando os resultados das bioimpedâncias, verificou-se que não houve diferenças significativas entre as realizadas, já em relação à flexibilidade, houve um aumento desta nas duas participantes as sessões, mostrando-se bastante significativo.

Barbosa analisou a efetividade do método Pilates de solo no aumento da flexibilidade em 5 voluntárias (18 a 23 anos), apresentando encurtamento de cadeia muscular posterior. Foi realizada uma avaliação inicial da flexibilidade das voluntárias, intervenção fisioterapêutica pelo método Pilates durante seis semanas (três sessões semanais de 30 minutos), e reavaliação da flexibilidade. Os resultados mostraram efetividade do programa para as pacientes estudadas na aquisição de flexibilidade, sendo que os efeitos podem ser potencializados em caso de alterações do tempo de aplicação do protócolo.

Kolyniak mostra em seu estudo o método Pilates (nível intermediário-avançado) mostrou-se uma eficiente ferramenta para o fortalecimento da musculatura extensora do tronco, atenuando o desequilíbrio entre a função dos músculos envolvidos na extensão e flexão do tronco.

Segal avaliou os efeitos do Pilates sobre a flexibilidade, composição corporal e estado de saúde de 47 adultos, durante 6 meses. Os resultados mostraram que não houve nenhuma alteração estatisticamente significativa nos parâmetros da composição corporal e no estado de saúde, mas em relação à flexibilidade houve considerável ganho.

Conclui-se que o método Pilates é eficaz no processo de reabilitação, no ganho da flexibilidade, na melhora da composição e do condicionamento físico geral. Tendo como objetivo a construção do movimento eficiente para a estabilidade e fortalecimento dos músculos da parte inferior do tronco e quadril, como também melhorar o equilíbrio, o alinhamento e a postural corporal. A prescrição dos exercícios do método Pilates é feita de acordo com a individualidade biológica, podendo ser praticado por pessoas sedentárias e também por indivíduos de classes especiais como idosos, crianças, obesos, portadores de deficiências físicas, entre outros. Mas há poucas pesquisas conclusivas sobre esta prática e seus efeitos e a maioria dos estudos foram publicados nos últimos anos.

Fonte:

sumarios.org

Cinergis ISSN 2177-4005

clinicadeckers.com.br

 


 

 

 

 

Sobrecarga na musculação pode provocar lesões nos joelhos

May 10th, 2012

Orientação de um profissional é importante na hora dos exercícios. Movimentos errados e postura inadequada também são perigosos.

O joelho é a maior articulação do corpo humano, sustenta todo o nosso peso e está sempre sujeito a sofrer lesões. Por isso é preciso cuidado na hora de praticar exercícios físicos que exigem bastante das pernas.
No Bem Estar desta sexta-feira (9), os fisioterapeutas Maria Emília Mendonça e David Costa falaram sobre os riscos de lesão e explicaram como funciona o joelho.

 

Segundo a fisioterapeuta Maria Emília, é importante distribuir o esforço nas diferentes articulações. Além disso, é importante exercer uma força de reação ao solo, ou seja, não apenas ficar passivamente em pé, mas levar um pouco o peso à frente para estimular a musculatura de sustentação e não apoiar-se nos ligamentos dos joelhos.

A dor que sentimos é um sinal de defesa do corpo humano já que as articulações têm células mecanorreceptoras que avisam o cérebro quando elas estão sendo exigidas demais. A principal dica dos especialistas é não fazer exercícios físicos com dor.

Fonte: G1

Pilates e a “Dor no Joelho”

December 20th, 2011

Por Rafaela Porto

Certificated Instructor STOTT PILATES

Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit

Foto: Pilates Studio Fit

Uma das maiores queixas de dores é a DOR NOS JOELHOS, uma das articulações que nosso corpo mais sofre porque a articulação permite muita mobilidade. A dor pode ser a causa de muitos fatores como, por exemplo: desequilíbrios musculares, desvio postural, sobrepeso entre outros como a artrite, tendinite, condromalácia, ou até mesmo lesões no menisco, tendões e ligamentos.

 

A primeira coisa que um instrutor de Pilates deve se preocupar é o histórico dessa pessoa, desde rotina de vida até os momentos de como ela sente a dor. Através da Análise Postural desse cliente o instrutor observa os desvios posturais e desequilíbrios musculares (ele consegue identificar o que está alongado ou encurtado), então é possível programar a aula em relação ao que deverá ser estabilizado, mobilizado e possíveis modificações de acordo com as necessidades daquela postura.

 

Sem dúvidas o acompanhamento de um especialista do caso não é descartado. Hoje em dia está cada vez mais comum encontrarmos profissionais de diferentes áreas tratando e/ou treinando o mesmo cliente cada um dentro de sua especialidade, ou seja, o tratamento da dor nunca será um só, serão válidos outros acompanhamentos com certeza.

 

Dentre os tratamentos destacam-se: ingestão de analgésicos, injeções, aplicação de gelo ou até mesmo cirurgia em casos irreversíveis, mas vale lembrar que o sedentarismo acelera o surgimento de problemas nos joelhos, por isso o motivo da indicação da atividade física e entre todas estão modalidades de baixo impacto, que por sua vez o Pilates é a indicação mais comum.

 

O Pilates desde a década de 20 foi se desenvolvendo cada vez mais e hoje sabemos que é saudável ao corpo exercitar-se com um alinhamento que seja o mais próximo do que chamamos de neutro possível, natural. Com isso atingimos resultados através dos objetivos do método (melhora da postura, fortalecimentos muscular, prevenção de tensão, dor e lesões)

 

SUGESTÕES:

* Mantenha a prática de atividade física regularmente (prefira modalidades de baixo impacto, por exemplo, o Pilates);

* Opte por calçados e vestimenta adequados para cada tipo de modalidade;

* Evite ficar com o joelho flexionado por muito tempo;

* E para as mulheres, use sapato com salto com moderação, pois além de encurtar a musculatura da panturrilha geralmente comprometerá o equilíbrio no alinhamento neutro de seu corpo.

Pratique inteligência. Boas aulas!

 

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