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Archive for the ‘Instrutor’ category

Aulas de Pilates: atenção e concentração

May 8th, 2013

Por Robert Azeredo
Educador Físico em formação STOTT PILATES®

A falta de atenção pode ser considerada efeito colateral de uma vida moderna acelerada. De acordo com a revista Ciências & Cognição, fatores internos como atenção visual e auditiva, capacidade de processar informações e características de personalidade determinam o desenvolvimento do processo de concentração, assim como a qualidade da informação fornecida e o estresse social.

Pesquisas mostram que as pessoas extrovertidas têm capacidade de atenção reduzida, inferior aos introvertidos. Pessoas sem atenção geralmente mantêm pensamentos no passado, em ações planejadas para o futuro ou uma análise repetitiva de uma atividade já absorvida. Elas têm grande dificuldade de se manter em “silêncio mental” e prestigiar o presente.

STOTT PILATES® Photography © Merrithew Corporation

Nas aulas de Pilates, buscamos exatamente o treinamento do conjunto corpo e mente. Quanto mais os movimentos forem treinados e compreendidos pelo processo mental e físico, maior será a percepção do ambiente em que se está vivendo.

A atenção e a concentração do praticante têm relação direta com o seu bom desenvolvimento. Sendo assim, o melhor a fazer é estar atento, estar presente. Sentir que seu corpo é o instrumento de sua mente e que segue as orientações que recebe.

De um modo geral, os alunos começam as sessões atentos e concentrados, mas à medida que tudo começa a ficar familiar, a zona de conforto começa a se encaixar novamente. Mas diante de tantos estímulos diários, onde o tempo é curto para tantas metas, como se aproveitar o momento sem pensar no futuro, no passado ou em qualquer outra coisa?

Seria possível entrar em uma sala com vários aparelhos, começar a respirar e pronto, o mundo pára pra você? A concentração no que está fazendo é a melhor maneira de aproveitar e fazer bem suas tarefas, coisa que é bem difícil diante de tantas cobranças.

Mas vamos voltar um ponto: qual é seu objetivo? Correção postural, fortalecimento muscular, consciência, a harmonia entre os músculos do corpo? Concentre-se no que você quer para si. Uma aula de Pilates geralmente inicia te relembrando de situações que você conhece como respirar, se movimentar lentamente e por partes. Essa é uma ótima maneira de se esforçar a ficar atento a poucos e pequenos detalhes.

À medida que a aula continua, a construção de movimentos vai ficando mais desafiadora, e consequentemente sua atenção e concentração também. É comum se esquecer dos detalhes. Não se cobra que o aluno saiba todas as posições, pois a função de seu professor é te dar a direção para que você caminhe com suas próprias pernas.

Às vezes temos uma imagem irreal a respeito do nosso corpo e assim fica muito mais difícil o aprendizado de algo que nem você mesmo compreende. Que tal reavaliar sua postura junto ao professor e perceber que talvez seja necessário um novo conceito para o seu próprio corpo? A partir deste novo conceito você terá que sair de sua zona de conforto, se orientando de acordo com este novo estereótipo que você quer adquirir. Sentar-se com mais atitude, respirar com mais intensidade, deixar de lado a preguiça e a monotonia dos dias. Esses são alguns fatores que com certeza terão que fazer parte de sua vida, assim que começar as suas aulas. Afinal, você quer ser do mesmo jeito que antes? Sem as aulas? Sem objetivos para manutenção de sua saúde? São tantas coisas a se pensar: respira, estabiliza, mobiliza.
Que tal simplificar?

“É estar presente, concentrado e não distraído. É a mente que esculpe o corpo”

Joseph Pilates

 

Fique atento e boas aulas!

 

Referências

http://www.trustsports.com.br

Ciências & Cognição 2010; Vol 15 (2): 142-154 © Ciências & Cognição

 

A prática do Pilates encontra aliados na caminhada, na hidroginástica e na Yoga

November 13th, 2012

Como aconteceu com a ginástica aeróbica na década de 70, o Pilates conquistou seu espaço no mundo fitness e tem sido indicado por médicos em hospitais para auxiliar na reabilitação de pacientes e no tratamento de males como o câncer, AVC e doenças neurológicas. Muitos são os motivos para a prática, desde a busca pelo corpo perfeito até a prevenção ou recuperação no caso de dores e lesões. Procurado por pessoas de todas as idades, a técnica do Pilates é considerada completa, uma vez que ajuda a manter o corpo saudável e melhora a concentração, a memória e o controle das emoções.

Com a popularização da prática e a explosão de estúdios nos últimos anos, instrutores buscam se diferenciar cada vez mais e criam novas formas de execução. Além da prática no solo e nos aparelhos, hoje é possível encontrar outras três modalidades - Walker, Hidro e YoLates – que aliam características da caminhada, hidroginástica e yoga ao exercício do Pilates.

O Pilates Walker pode ser realizado sobre a esteira ou ao ar livre e tem os mesmos benefícios cardiovasculares de uma caminhada convencional, apresentando uma maior queima de calorias e potencialização do efeito do Pilates. A atividade utiliza a essência do controle da mente sobre os músculos: com a concentração no ato de caminhar, o peso corporal se distribui melhor e passa a exigir o trabalho de músculos que antes não faziam parte da caminhada – o que provoca um maior gasto calórico. O Pilates Walker também deixa braços e abdômen mais definidos, já que são acionados através de exercícios característicos do Pilates.

O treino do Hidro Pilates fortalece e alonga músculos com movimentos de fácil execução. Como a água oferece resistência, eles são mais exigidos do que na prática no solo. Os exercícios realizados na piscina também acionam o abdômen, princípio do Pilates mantido pela modalidade. A atividade promove o ganho de flexibilidade, uma postura mais organizada e uma maior consciência corporal.

O YoLates é uma combinação de Yoga e Pilates. As aulas focam no fortalecimento dos músculos através de movimentos controlados com foco em flexibilidade, que ora são segurados, ora fluem para aumentar a frequência cardíaca. A modalidade trabalha todos os músculos do corpo utilizando o próprio peso corporal, uma faixa ou, por vezes, um pequeno peso. É uma combinação do trabalho do Pilates e a força e flexibilidade da Yoga.

Porque o Cadillac é um dos equipamentos prediletos de nossos clientes?

July 18th, 2012

Fernanda Misquevis Eleutério SIlva
Fisioterapeuta em formação STOTT PILATES®
COORDENADORA DE CURSOS Pilates StudioFit/METALIFE


Os profissionais formados em Pilates vêm se tornando mais qualificados a cada ano, principalmente por que eles se preocupam com o conteúdo de cada curso, onde muito deles exigem até um mínimo de horas necessárias em biomecânica e anatomia, tudo para que saibam lidar com os objetivos e as limitações físicas de nossos clientes.

Encontramos hoje em dia muitas pessoas com patologias sendo tratadas através do método Pilates, ou até mesmo fisioterapeutas reabilitando pacientes com a técnica.

Várias pessoas com diferentes patologias são instruídas pelos seus médicos a praticarem o Pilates como forma de reabilitação, pois o método trabalhado de forma adequada e orientado por um fisioterapeuta pode trazer excelentes resultados, como: melhora em suas atividades diárias, em seu padrão respiratório e locomotor, maior independência ao paciente, além do alivio da dor, e melhor alinhamento postural.

Fisioterapeutas utilizam o Pilates como forma de reabilitação em diferentes seguimentos da fisioterapia, como por exemplo:

Neurologia, em pacientes que sofreram AVC (Acidente Vascular Cerebral), Sindrome de Down, Parkinson e outros, onde o fisioterapeuta irá adaptar todos os exercícios às necessidades e condições dos pacientes.

Pneumologia, tratando problemas respiratórios como DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e asma, através do padrão respiratório utilizado no pilates.

Ortopedia, nas patologias que atingem as articulações, como instabilidades ligamentares, tendinites e artroses, nas que afetam a coluna, como hérnias de disco, ciatalgia e desvios posturais.

Os equipamentos básicos recomendados para ter um ótimo resultado nas sessões, são: Cadillac, Reformer, Cadeira e Barril.

 

Foto: Chico Audi

Existem outros acessórios que complementam o planejamento da aula. É fundamental que os equipamentos sejam confortáveis e seguros, além de serem de fácil manuseio para os devidos ajustes, e nesse caso o mais sugerido no caso de tratamento do cliente é o Cadillac, principalmente devido à:

• Garantia de plena estabilidade por conta de uma base de suporte estável e grande;

Suportes verticais e horizontais (postes), para devidos apoios ao cliente;

Barras (fixa e de rolamento) com suas específicas molas;

Alças e outros acessórios do equipamento que oferecem segurança ao exercício aplicado pelo profissional;

• Total de 85 exercícios do repertório original do equipamento, sem falar das diversas modificações (onde tudo dependerá da necessidade de nosso cliente).

Vale lembrar que o Pilates ministrado em estúdios ou academias não substitui a fisioterapia!

Para que serve a auto liberação miofascial

July 3rd, 2012

Por Rafaela Porto

Instrutora Certificada STOTT PILATES ™

Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit

Alguns clientes se queixam de tensões musculares e outros, os profissionais por terem um bom olhar clínico, conseguem observar certos desequilíbrios musculares. Se no Pilates diminuímos as tensões e dores, porque não trabalharmos com esses clientes em nossa sala de aula? Para isso precisamos entender como o processo de tensão muscular acontece.

O tecido conjuntivo que envolve os músculos são bem duros e abraçam as fibras musculares fortemente, dependendo do corpo Isso pode comprimir a expansão e o crescimento das fibras musculares. Para ocorrer à hipertrofia muscular, a fáscia (tecido que envolve seu corpo) precisa estar alongada e maleável para deixar as fibras musculares se expandirem, o que não acontecerá por conta de encurtamentos e tensões.

Estudos comprovam que o tempo recomendado é de 5 minutos de auto liberação miofascial para diminuir a densidade do músculo, o modo como o músculo responde aos estímulos aumentando a densidade do tecido conjuntivo. Sempre a liberação é seguida de alongamentos estáticos e por fim aquecimento dinâmico. A partir disso aplicamos a preparação para o movimento e a execução do exercício propriamente dita. Esse processo não tem tempo determinante uma vez que a tensão muscular pode estar sendo ocasionada por insegurança após trauma causado por algum acidente.

Depoimento de Cristina Yumi (aluna em formação STOTT PILATES): “Passei 10 dias em curso de formação/reciclagem realizando repertório de exercícios em Pilates que outrora eram muito complicados e arriscados para mim (devido a uma queda de um aparelho de ginástica olímpica sofri uma lesão na coluna lombar). Alguns movimentos tão arriscados foram se tornando mais seguros à medida que passei a conhecer algumas leis que vigoram para proteger áreas instáveis das articulações da coluna. Na realidade, quando respeitamos a biomecânica do nosso corpo, caminhamos e nos movemos com mais liberdade e segurança. Eu realmente gostaria de passar esta experiência para muitos dos clientes que devem também se sentir assim limitado ou aprisionado pelo desconforto e insegurança em movimentar-se. Às vezes, até se movem, mas com a premissa de algo ruim acontecer, por isso seus músculos em sinal de defesa e de alerta constantes se tencionam tanto. Hoje, eu sei que este é um sentimento que não precisa mais acompanhar a nossa caminhada principalmente através de exercícios de liberação miofascial.”

Foto: mundoverde.com.br 

COMO TRATAR?

Através de atos sensoriais, cognitivos e emocionais! Basicamente isso se resume em: o que os clientes sentem em seus corpos, o que pensam que está acontecendo com eles e como se sentem sobre o que está acontecendo. Cada dimensão pode ser uma barreira ou um facilitador para sua recuperação.

Os princípios de um bom tratamento são:

1) Liberação da barreira principal;

2) Alinhamento postura correta, mudança de estratégia postural;

3) Nova estratégia neuromuscular;

4) Elaboração de movimentos e tarefas posturais ou a construção de um movimento de acordo com as atividades diárias do cliente.

Um profissional qualificado vai sempre encontrar estratégias para mudar e avançar os benefícios aos seus clientes, ou seja, capacitá-los através do conhecimento, movimento e consciência corporal.

 

Pilates como atividade física para pacientes Asmáticos

June 28th, 2012

A terapêutica medicamentosa, a higiene ambiental e a psicoterapia ocupam-se com a s causas da crise de asma, ao passo que a atividade física orienta-se em função dos danos físicos-orgânicos e sociais que podem ser causados pela doenca, entendendo que o engajamento em programas de atividades físicas não exclui o tratamento medicamentoso e os cuidados ambientais. O profissional envolvido com essa categoria de paciente, deve conhecer os medicamentos, alergênos mais comuns e ser capaz de reconhecer a gravidade de uma crise, para, desse modo, orientar e tomar os procedimentos mais adequados em cada situação.

O programa ideal de atividades físicas adaptado ao portador de asma baseia-se em reeducação respiratória, postural e condicionamento físico.

Reeducação respiratória:

Um fator limitante para as atividades físicas do asmático é a rigidez torácica, por isso, são recomendados exercícios de desbloqueio torácico, com o objetivo de aumentar a mobilidade costovertebral. O desbloqueio torácico é anterior ao trabalho de exercícios respiratórios em razão da importância dos movimentos articulares durante a respiração. Por sua vez, os exercícios respiratórios tem como objetivo melhorar as funções ventilatórias e respiratória para evitar o aumento do volume residual. Registra-se também que esses exercícios promovem um suporte psicológico e diminue, a ansiedade. Para alcaçar essa meta é necessário conscientização dos movimentos musculares duarante a inspiração e expiração (ativa), ou seja a reeducação respiratória com ênfase no trabalho abdômino-diafragmático.

Foto: viviendosanos.com

Reeducação postural:

Considerando que as alterações posturais interferem e modificam a mecânica respiratória e que as alterações respiratórias interferem e modificam as postura, temos na asma um ciclo vicioso, com sobreposição de efeitos danosos. Desse modo, torna-se evidente e necessário um trabalho com exercícios posturais, baseado na tomada de consciência sobre o controle, a manutenção e as mudanças das posturas corporais. Paralelalmente é preciso dar condições à musculatura para assumir atitudes novas. Atingir esses objetivos depende de exercícios de percepção corporal (proprioceptivos), alongamento, fortalecimento de grupos musculares responsáveis pela manutenção da postura ( paraventebrais,abdominais e glúteos) e relaxamento.

Condicionamento Físico:

Apesar de o BIE ( Broncoespasmo Induzido pelo Exercício) atingir a maioria dos asmáticos e ser um fator que pode limitar as oportunidades de realizar atividades físicas, é possível aumentar sua aptidão cardiorespiratória após um programa de condicionamento físico específico. Há um aumento de tolerância  ao esforço físico que retarda o desconforto do BIE. A gravidade do quadro asmático não é, no entento, alterada. O BIE tende a aparecer depois de um esforço em torno de 70% a 90 % do VO máximo com duração média maior que 6 minutos. Portanto, as atividades aeróbicas devem ser intervaladas e trabalhadas em limites inferiores a 80% do VO máximo. A adiministracão do broncodilatador aerosol 15 minutos antes do início desse tipo de atividade é aconselhada, principalmente para aquelas crianças que apresentam uma condição física mais precaria ou se a duração do esforço ultrapassa 5-6 minutos sem pausas.

Diante desses três principais aspectos, podemos afirmar que o método Pilates possui todas as funções para auxiliar essa categoria de pacientes, por se tratar de uma técnica de reeducação do movimento, composto por exercícios profundamente alicerçados na anatomia humana, capaz de restabelecer e aumentar a flexibilidade e a força muscular, melhorar a respiração, corrigir a postura e prevenir doenças.

É considerado como um exercício anaeróbico (lento e/ou moderado) visando reeducar a mecânica funcional respiratória do aluno. O profissional ou instrutor consegue administrar a intensidade ou o ritmo da respiração correta para cada caso, sempre de forma muito consciente, por isso quanto maior o controle da respiração, melhor será a percepção dos efeitos do Pilates.

 

Fonte: tudoperto.com.br e Luzimas Teixeira

Conheça a série de exercícios de Pilates, para ter melhor consciência corporal na prática do Stand Up Paddle- Parte 1

June 25th, 2012

Por Priscilla Severo Rodrigues

Instrutora em formação pela STOTT PILATES ™

 

Para alguns leitores esse esporte pode ser novidade, mas o Stand Up Paddle, é uma modalidade que vem se popularizando principalmente nas cidades litorâneas, lagos e rios de todo o mundo. Está cada vez mais comum encontrarmos pessoas que aderiram a prática.

O SUP significa em havaiano: Ku (de pé) Hoe (remar) He’e (surfar) Nalu (onda). O esporte teve origem no Havaí e mistura as técnicas da tradicional canoa polinésia com o surf, no qual o praticante em pé numa prancha usa um remo para se mover sobre a água

Como a prancha flutua sobre a água, o canoísta deve a todo o momento recrutar os músculos profundos do core (centro de nosso corpo), são músculos estabilizadores da pelve e da coluna para manter-se em equilíbrio. A utilização dos músculos do core para estabilizar o corpo e promover movimento coloca em destaque e, para melhorar seu domínio corporal, outra modalidade: o Pilates.

Fonte: kisylovizon.blogspot.com.br

A rotina dos exercícios abaixo tem o objetivo de trabalhar os músculos estabilizadores e mobilizadores utilizados durante o gesto esportivo do Stand Up Paddle:

ALONGAMENTO DO GATO (MAT)

Posição Inicial:

Apoiado nas mãos e joelhos com os braços embaixo dos ombros e joelhos embaixo do quadril, joelhos abduzidos na distância do quadril. Pelve e coluna neutra.

Exercício:

Inspire mantenha a posição inicial, expire inicie articulando pela pelve, e sequencialmente a coluna até chegar numa flexão. Permita que as escápulas deslizem sobre a caixa torácica sem tensionar a região dos ombros. Inspire mantendo esse formato e expire articulando a coluna sequencialmente numa leve extensão do cóccix a cabeça.

Complete 3 – 5 repetições.

Adaptação do exercício ao esporte:

Adapte a mesma sequência com o exercício “Gato em Pé Em Frente” e “Gato Ajoelhado” na Chair ou ainda esse mesmo exercício executado no Cadillac.

PREPARAÇÃO PARA A REMADA COSTAS – ARADO (REFORMER)

Posição Inicial: 

Sentado na posição ereta, pelve e coluna neutras. Pernas estendidas e aduzidas entre os apoios de ombros (podem estar cruzados). Braços estendidos ao longo do corpo com as mãos nas alças, palmas das mãos voltadas para trás, punhos e dedos alongados.

Exercício:

Complete 5 – 10 repetições.

Adaptação do exercício ao esporte:

A posição das mãos pode ser alterada ou se executado no mat podemos utilizar uma simples Flex Band. Este exercício pode ser adaptado em pé no V2max utilizando uma barra nas alças simulando o gesto esportivo.

UM PÉ NA CAIXA LONGA – PERNA DO PEDAL FLEXIONADO (CHAIR)

Posição Inicial:

Posicione a caixa no chão, em frente à chair e fique em pé de lado. Pernas paralelas, um pé na caixa e o outro pé no pedal. Pelve e coluna neutras, quadris nivelados. Mão mais próxima a chair segurando a alça, o outro braço ao lado do corpo.

Exercício:

Inspire mantenha o joelho da perna da caixa flexionado e flexione o joelho da perna do pedal, para permitir que o pedal eleve. Mantenha o joelho da perna de caixa flexionado e expire estendendo a outra perna pressionando o pedal para baixo.

Complete 10 repetições para cada lado.

Adaptação do exercício ao esporte:

Uma posição alternativa dos braços cruzados na altura dos ombros pode ser adotada para desafiar equilíbrio e controle do praticante.

Pratique inteligência, seja consciente.

Bons treinos!

Lesões em corredores recreacionais

June 20th, 2012

Por Rafaela Porto
Instrutora Certificada STOTT PILATES ™
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit

A corrida é considerada uma das atividades físicas mais populares do mundo principalmente pelo baixo custo da prática e de fácil execução também. Com esse crescimento os praticantes começaram a se queixar de dores e o aparecimento de lesões começou a ser mais comuns entre os grupos de corrida.

Alguns estudos estão sendo realizados para identificar possíveis fatores de risco para essa modalidade. Entender melhor o perfil dos corredores recreacionais, cada particularidade como a distância semanal de treinamento é uma ótima opção aos treinadores dessa população, e nesse caso a participação de fisioterapeutas, médicos e outros profissionais da saúde nos treinamentos de corrida podem auxiliar com diversas estratégias de prevenção. As principais lesões apresentadas são: tendinopatias e lesões musculares, sendo o joelho a articulação que mais é citada.

Infelizmente essa não é nossa realidade! A maioria dos corredores prefere treinar sem nenhum tipo de acompanhamento profissional!

 

Fonte: cdn.mundodastribos.com

Alguns estudos apontam que a inexperiência na prática da corrida pode também ser um fator de risco para novas lesões. A associação encontrada entre a experiência de corrida e a história de lesões pode ser explicada pelo fato de que, quanto maior a experiência do corredor, maior sua capacidade de adaptação ao estresse musculoesquelético imposto pela corrida. Outra possível explicação é o que a literatura denomina de “fenômeno de sobrevivência”, pois os indivíduos mais experientes seriam os “sobreviventes” das lesões que fizeram muitos outros corredores abandonarem a prática de corrida.

Para os corredores, saber a quantidade e quais são as lesões da corrida pode alertar sobre a necessidade de cuidados em relação à prática dessa atividade física, estimulando um modo mais seguro aperfeiçoar sua técnica e rendimento físico.

Tudo isso só estimula os profissionais a desenvolverem programas de tratamento para essa população promovendo a prática de forma mais eficiente e segura. A opção da prática do Pilates como forma de prevenir lesões e dores atualmente está sempre entre as técnicas mais indicadas pelos profissionais e os corredores também estão cada vez mais adeptos à prática do método.

Programa básico de Pilates para iOS- On The Go Pilates: Level 1

June 19th, 2012

Como nos dias de hoje é cada vez mais difícil encontrar tempo para realizar atividades físicas, uma idéia interessante é utilizar seu smartphone ou tablet para lhe ajudar na hora de se exercitar.

Já pensou poder criar sua própria rotina de Pilates sem a necessidade de equipamentos?

Foto: itunes.apple.com

O aplicativo On The Go Pilates: Level 1 vêm em formato de vídeos e separado por grupo de músculos na tela principal. São quase 50 minutos de instruções em vídeo personalizadas e inclui ainda sessões de aquecimento para dar a largada.

O aplicativo é compatível com iPhone, iPod Touch e iPad com iOS 2.2 ou superior, e está disponível também na versão Free com uma quantidade menor de exercícios.

O método utilizado nos vídeos é o contemporâneo e explicam como fazer as series, mesmo com o aplicativo é recomendado que o usuário já tenha praticado o Método Pilates com algum profissional para evitar possíveis lesões.

Quer saber mais baixe e veja como funciona!

Fonte:

techtudo.com.br

itunes.apple.com

Diabetes, e agora?

June 8th, 2012

Por Saulo Ouverney

Instrutor Certificado STOTT PILATES ™

 

Sempre escutamos falar da importância da atividade física para indivíduos portadores do diabetes. Será que a prática do Método Pilates pode também ajudar na manutenção dessa desordem metabólica?

O Diabetes Mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue. Nossa principal fonte de energia é a glicose, porém, quando em excesso, pode trazer algumas complicações a saúde, quando não tratada de forma adequada, tais como:

• Ataque cardíaco;

• Derrame cerebral;

• Problemas na visão;

• Problemas renais;

• Lesões de difícil cicatrização (até mesmo a amputação de membros pode ocorrer).

 

Fonte: idealfarma.com.br

Estudo divulgado na revista The New England Journal of Medicine, indicou que a combinação de regime alimentar e exercícios físicos é mais eficaz que os medicamentos no tratamento da forma mais comum desta patologia.

Poucos conheciam o Pilates há alguns anos atrás mas, atualmente, com a popularização da técnica, efeitos na melhora do condicionamento, da força e resistência muscular, na melhor mobilidade das articulações e sem falar do bem estar e manutenção da boa postura foram notados e, com isso, especialistas começaram a indicar a prática para portadores do Diabetes.

Portanto, podemos concluir que em um bom e eficiente treino de Pilates, com instrutores qualificados em uma formação respeitada no mercado, trabalho eficaz à conscientização dos movimentos, aos princípios básicos do método e a individualidade na prescrição dos exercícios de cada cliente será, sem dúvida, uma excelente opção para amenizar os efeitos colaterais desta patologia.

Pratique atividades físicas com regularidade e esteja sempre em dia com sua saúde!

Alongue-se!

June 6th, 2012

Por Rafaela Porto 
Instrutora Certificada STOTT PILATES ™
Coordenadora Técnica da Pilates StudioFit

Os 2 tipos de alongamento mais praticados pelas pessoas são: estático e dinâmico. Conheça agora um pouco mais sobre esses métodos!

Diferentes métodos de alongamento têm sido utilizados na prática de diversas atividades físicas no aquecimento e durante programas que visam o desenvolvimento da flexibilidade. Dentre eles, o método estático e o dinâmico que são atualmente os mais conhecidos e estudados pela literatura.

Fonte: hipertrofia.org

Estudos que procuraram comparar o efeito do método dinâmico e estático de alongamento não observam diferença significativa entre eles. Outras pesquisas respeitadas no ambiente da saúde como o de Coach Boyle, fizeram com que “eliminássemos” os alongamentos estáticos das sessões de treinamento e estes fossem substituídos por um “aquecimento dinâmico”.

Não vejo o alongamento estático como um método negativo, como diz Boyle, porém concordo que o aquecimento dinâmico é uma forma mais eficiente de preparar o corpo para as sessões de qualquer atividade física. Ele confirma que prevenimos lesões e dores, e que isso pode estar relacionado também à limitação física do praticante quanto à sua flexibilidade.

Pelo fato de o alongamento poder ser a fase mais ignorada pelas pessoas na prática de atividade física, os profissionais devem instruir seu aluno de uma forma mais direta.

Podemos utilizar séries de alongamentos para contribuir ao aquecimento ou até mesmo após a atividade como forma de recuperação ativa!

BOAS AULAS!!!