1. Não espere fazer ganhos e avanços físicos durante o tempo da gravidez. Use esta oportunidade de aprender sobre seu corpo e respeita-lo. Este não é o momento de experimentar novos exercícios desafiadores.
2. Hidrate-se mais do que o normal! A necessidade de água aumenta durante a gravidez - especialmente quando você está se exercitando.
3. Evite movimentos de ponta, como alongamentos extremos, Moira Merrithew, instrutora e fundadora da STOTT PILATES adverte. “O melhor é trabalhar em estabilizar as articulações e manter-se forte e consistente“.
4. A partir do segundo trimestre, muitos especialistas - incluindo o American Council on Exercise – desaconselham ficar deitada sobre as costas por mais de alguns minutos por hora, devido ao peso do útero que pode comprimir as veias cavas (responsáveis por irrigar o coração) e causar problemas circulatórios tanto na mãe quanto no bebê.
5. No terceiro trimestre, você pode usar um travesseiro para apoiar sua barriga nas posições laterais, minimizando um pouco o peso de suas costas. Merrithew acrescenta “Alguns exercícios de apoios ajudam a aliviar pressão e os exercícios de tornozelo e pés são ótimos, nesta fase, para aumentar a circulação”.
6. Esteja consciente de seu corpo, e pare o exercício se você se sentir cansada, com falta de ar ou tensa. O momento do exercício é um tempo só seu, mas esteja consciente de que mais alguém está se exercitando com você”.
7. Lembre-se que o Pilates não é apenas para as 40 semanas de gestação, mas também prepara a mulher para os rigores físicos do parto e os cuidados com o recém nascido. Estar em forma fisicamente vai ser de grande ajuda nas atividades diárias de nova mamãe.
Fonte: PilatesStyle Magazine / out2008
Ao descobrirem que estão grávidas, as mulheres tendem a mudar seus hábitos e passam a ter diversos cuidados e preocupações com a saúde. A professora de Pilates, Maria Lúcia Santos, desenvolve um trabalho especial para gestantes. Segundo a professora, “melhora da postura, exercícios para a respiração, relaxamento, e fortalecimento dos músculos em geral, principalmente das regiões pélvica e abdominal, são alguns dos benefícios trazidos à gestantes pela prática do Pilates”.
Os benefícios da atividade começam pelo trabalho respiratório muito importante para a gestante, pois diminui o nível de estresse, melhora a circulação sanguínea e também beneficia o bebê com a melhora da oxigenação no organismo da futura mamãe. Há também uma melhora significativa na postura. “Isso é muito importante para a mulher durante este período, porque, com o aumento da barriga e dos seios, algumas dores podem aparecer e ela precisa fortalecer todo o corpo para que essas mudanças não se transformem em dores insuportáveis”, afirma a professora Lúcia.
Além disso, o Pilates aumenta ainda a resistência física, mental, flexibilidade, tônus e força muscular, alivia tensões, estresse e dores crônicas, alonga e melhora a coordenação motora, melhora a mobilidade das articulações, estimula o sistema circulatório e a oxigenação do sangue, fortalece os órgãos internos e aumenta a concentração. E os benefícios vão até o parto e sua recuperação, principalmente se for um parto normal, pelo fato de ter um trabalho intenso de fortalecimento do assoalho pélvico e músculos abdominais, importantes para a hora do parto, ao mostrar a ela que tipo de força deve fazer e o momento em que deve relaxar.
Para o bebê os benefícios também são grandes e positivos, pois ao praticar o Pilates, a gestante leva mais oxigênio para ele. “Através da respiração ela relaxa mais, e isto é ótimo para o bebê. A prática da atividade física faz toda a diferença para a gestante, pois a disposição dela também melhora muito”, afirma Maria Lúcia.
Ainda de acordo com a professora, “se a mulher já praticava a atividade antes de engravidar, pode continuar, se não praticava, é indicada uma consulta médica para ter segurança e saber quando iniciar os exercícios. Se não houver nenhum desconforto ou dores, ela poderá praticar o Pilates até o final da gestação”. Apenas em casos de gestação de risco, hipertensão e diabetes a atividade não seria indicada. Mas isso também é muito relativo, por isso, a mulher deve sempre ter um acompanhamento médico.
Até três meses
- Ioga e pilates ajudam a educar a respiração para o parto normal. O trabalho postural evita desconfortos na lombar
- O desejo sexual pode aumentar devido à maior vascularização na região pélvica
- É possível praticar quase todas as posições, desde que não se faça muita força no colo do útero
Cuidados
- Sedentárias não devem começar atividade física
- Mesmo para quem fazia atividades antes, os médicos recomendam que parem nas primeiras 12 semanas ou diminuam a intensidade até o terceiro mês de gestação
- Quem já sofreu abortos anteriores ou ameaças deve evitar relações sexuais nas primeiras 22 semanas
Três a seis meses
- Quem não praticava exercícios antes deve começar agora. Atividades como caminhadas, pilates, ioga, natação e hidroginástica são recomendáveis
- A ioga trabalha os músculos perineais, com exercícios de contração e relaxamento. Além de desenvolverem uma musculatura fundamental para o parto normal, os exercícios aumentam a irrigação na região, estimulando os órgãos genitais
- Pilates desenvolve os músculos internos da coxa, região que ajuda a mulher na hora do parto natural
Cuidados
- Para evitar que o bebê nasça prematuro, quem sofre de uma incontinência do colo do útero não deve ter relações sexuais
- Além de ser incômoda, a chamada posição papai-mamãe (o homem sobre a mulher) é arriscada por diminuir a pressão arterial
Sete a nove meses
- Reduza atividades físicas, dando ênfase aos alongamentos, que ajudam a evitar dores na região lombar
- Se o bebê estiver sentado, posturas da ioga, como a meia-ponte (em que a mulher levanta só o quadril) e a meia-invertida sobre os ombros (pés apoiados na parede, cabeça e os ombros no chão, levantando o quadril), ajudam-o a se virar
- Sexo é recomendado. Segundo os médicos, a prostaglandina, substância contida no sêmen, e a ocitonina, liberada durante o orgasmo feminino, ajudam a acelerar o trabalho de parto
Cuidados
- Quem começa a ter dilatações no sétimo mês não deve ter relações sexuais. Como o útero se contrai no ato sexual, há o risco de provocar o trabalho de parto prematuro
- Até o final da gravidez, as posições mais indicadas são as em que o casal fica deitado de lado. Em pé é perigoso, pois pode diminuir a irrigação sangüínea e fazer com que a pressão da mulher caia
Fonte: Folha On-Line
Para manter a forma e não ganhar muitos quilinhos a mais, a cantora Ashlee Simpson está fazendo uma série de exercícios físicos rígidos.
No entanto, por ser uma gestante, a artista não pode se submeter a atividades físicas muito fortes, somente a exercícios de pouco impacto, como bicicleta ergométrica e pilates.
Todo esse cuidado com o corpo está sendo acompanhado pelo personal trainer da irmã da gestante, a atriz e cantora Jessica Simpson.
Muitas grávidas optam por aulas de pilates para corrigir problemas de postura e fortalecer os músculo, principalmente — fatores que contribuem bastante para uma gestação mais tranqüila e que favorecem o momento do parto. Segundo a professora Miridan Menezes, a técnica é ideal para as gestantes, uma vez que elas não podem ser submetidas a exercícios de alto impacto.
Miridan alerta, porém, que os exercícios só podem ser iniciados após liberação médica. Para a professora, o ideal seria as mulheres se programarem quando decidirem engravidar. “Quer engordar? Então vamos trabalhar o corpo para isso”, diz.
Além de alinhar o corpo, o pilates fortalece a musculatura adutora, os músculos oblíquos, o reto do abdome e o diafragma. A técnica trabalha também, ainda segundo Miridan, o retorno venoso — aquele inchaço típico das gestações —, além de promover o fortalecimento dos membros superiores e inferiores, das mamas, costas e regular a respiração.
“Certos exercício físicos não podem ser feitos pelas grávidas, pois não podemos pedir muito delas. Trabalhamos a parte de alongamento e equilíbrio. Uma aluna minha tinha problema de dores nas costas devido ao peso da barriga, mas com os exercícios, as dores pararam”, diz a professora.
Exercícios dão disposição e evitam inchaço
A engenheira civil Ana Paula Sobral de Freitas, 33 anos, sempre praticou natação — dos três aos 21 anos mais precisamente, sendo que a partir dos oito passou a treinar mais arduamente para competições. Mas a rotina de uma vida agitada, com muitos compromissos profissionais, a fez parar de nadar por cerca de dez anos. Quando começou a planejar sua gravidez, ano passado, uma das primeiras medidas preventivas que tomou foi voltar a praticar uma atividade física regular. Retomou a natação e as aulas de pilates.
“O resultado é muito bom e importante para a gravidez. Sinto que estou com uma disposição muito maior e que fui logo retomando minha musculatura. Já o pilates trabalha minha elasticidade e força. Já percebi a evolução”, diz Ana Paula, que foi liberada por sua ginecologista para fazer exercícios físicos após a 16ª semana de gestação. A engenheira tem aulas de pilates três vezes por semana, seguindo um programa diferenciado dos demais alunos.
Fonte: Site Tribuna do Norte
Bem-estar nos nove meses e um corpo enxuto depois do parto são duas grandes promessas dessa atividade.Veja como ela atua e aprenda alguns exercícios especiais para gestantes.
Entra ano e sai ano, novas modalidades de exercícios aparecem nas academias brasileiras. Uma das ginásticas mais badaladas do momento tem um nome meio estranho: Pilates. Depois que o método entrou na rotina de estrelas como Madonna, virou moda. O melhor é que o Pilates é uma ótima alternativa para as futuras mamães.
“Melhora a postura, o tônus muscular e alivia a sobrecarga de peso nas pernas e na coluna, que é o que mais incomoda as mulheres no decorrer da gravidez”, explica a professora Maria Cristina Rossi Abrami, do Centro de Reabilitação Postural Angélica.
Durante a gravidez a palavra-chave do Pilates é a concentração. Os exercícios são lentos, com controle da respiração e total observação dos músculos trabalhados.
“Não há suor, não há desgaste e o resultado é uma nova relação com o corpo. Este método permite trabalhos especiais com gestantes, crianças e idodos, corrigindo problemas posturais, musculares e vasculares”, diz a professora.
No caso das futuras mamães, é feita uma adaptação dos movimentos. Primeiramente, eles são suavizados. As posições de alguns exercícios também são modificadas para não entrar em choque com a anatomia da grávida. Os benefícios aparecem rapidamente.
“A área pélvica é bastante trabalhada, assim como os glúteos e o abdômen. Isso dá maior sustentação para a barriga e para a coluna, alivia dores lombares, melhora a irrigação sanguínea, evitando inchaços e varizes. A respiração correta traz tranquilidade à mulher, auxilia a inspiração e a expiração no final da gravidez, quando a barriga avantajada pressiona o diafragma dando aquela sensação de falta de ar e, de quebra, pode ajudar no hora do parto normal. As alunas se sentem muito bem. Uma aula de Pilates normalmente começa com trabalhos de respiração. Depois exercita-se a área pélvica, quando se consegue um equilíbrio e conhecimento dessa região, e a soltura das articulações. Na sequência, entram em ação os aparelhos para alongamento e tonicidade muscular. Para finalizar, um bom relaxamento. Isso tudo em cerca de uma hora de aula”, explica Maria Cristina Abrami.
Não existe uma regra para as futuras mamães que querem fazer Pilates. Tudo depende do aval do médico. Normalmente, se a mulher não se exercitava antes de engravidar, o melhor é começar depois do terceiro mês, bem devagarinho. A hora de parar também varia de pessoa para pessoa, como explica a professora Maria Cristina: “Se a grávida estiver bem e o médico permitir, ela pode fazer aulas até o fim. Conforme a barriga vai crescendo, a gente vai adptando os exercícios e, principalmente, respeitando os limites e sensações de cada uma”.
Fonte: Revista Mãe
Saiba por que o pilates é tão recomendado para as futuras mamães.
Leia a matéria completa no site REVISTA ENCONTRO, clique aqui.
A atividade física na gestação, inclusive na reta final dos nove meses, só traz ganhos. E é uma pena para a mãe e para o filho que muita gente não se da conta disso.
Antes de qualquer coisa, cada grávida é uma grávida e a última palavra é sempre do obstetra. Só ele pode dizer o que a paciente tem condições de fazer. Mas, com o sinal verde, a gestante ganha, e muito, se largar o sedentarismo.
Com o acompanhamento do método Pilates em sua gestação fica claro os benefícios como, o bem estar, a gestante engorda menos, não sofre tanto com dores nas costas e nas pernas graças ao fortalecimento da musculatura, tem menos risco de desenvolver diabete gestacional e hipertensão. Isso sem contar a melhora no condicionamento e no alongamento, o que facilita por tabela o trabalho de parto.
Longe de se tornar mais frágil, a futura mãe vira uma espécie de supermulher. Ela tem mais sangue em circulação, ganha flexibilidade, alguns sentidos se aguçam.

O Pilates é uma modalidade de exercícios de baixo impacto que são realizados em aparelhos. O método trabalha força, concentração, equilíbrio, reequilíbrio muscular e realinhamento corporal e emocional excelente para gestantes.
O benefício mais importante para a gestante é o trabalho de respiração e o desenvolvimento da musculatura do abdômen.
Os exercícios fortalecem a musculatura pélvica que ajudará no parto, se for parto normal.
Claro que tudo depende de quantos meses a gestante está, se a gestação está muito avançada, existe uma limitação nos movimentos.
Existem muitos casos de mulheres que sofrem abortos espontâneos devido ao fato de sua musculatura pélvica ser muito fraca e um dos melhores benefícios do Pilates é o fortalecimento desta musculatura.
Tudo que faz bem a mãe faz bem ao bebê de alguma maneira.









