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SÍNDROME DO IMPACTO COXO FEMORAL – PARTE IV

Hoje vamos apresentar um caso clínico interessante, que vai nos ajudar a entender ainda mais a importância do Pilates na prevenção da Síndrome do Impacto coxo femoral.

Adolescente, sexo feminino, 15 anos de idade, praticante de balé desde a infância, fazendo aulas regulares de Pilates, queixa-se de dores recorrentes na região inguinal.

Sua avaliação postural e exames clínicos revelam desconforto na região coxo femoral direita durante a adução e rotação interna.
Seu exame radiológico e tomográfico detecta dois fatores de risco para o impacto:

Coxa profunda

No quadril normal o fundo do acetábulo (linha tracejada preta) não deve ultrapassar a linha isquiática (linha tracejada vermelha).
Nos casos de coxa profunda: o fundo acetabular se projeta medialmente a linha isquiática.

Retroversão acetabular

No quadril normal a linha amarela – (traçada sobre o bordo anterior do acetábulo) se projeta medial em relação à linha vermelha (traçada sobre o bordo posterior do acetábulo).

Na retroversão acetabular e linha amarela se cruza a linha vermelha, conhecido como ‘’sinal do oito’’.
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Identificado os fatores de riscos, é muito importante limitar a amplitude de movimento desta adolescente que deve manter-se ativa no Pilates, com o objetivo de prevenir o impacto coxo femoral, aprimorarando o equilíbrio e a função dos músculos dos estabilizadores e mobilizadores do completo lombar pélvico dos quadris.

Dr. Joel Steinman
TAO PILATES INSTITUTO DE MEDICINA DO EXERCÍCIO E DO ESPORTE
www.taopilates.com.br

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