Menos é mais!

A disseminação do Pilates faz com que o número de praticantes e instrutores aumente significantemente a cada dia. Assim, podemos ver muitos exercícios do método nas redes sociais e internet que podem ser modificações de exercícios originais ou até mesmo invenções de alguém.

Precisamos tomar cuidado, porque muitos desses exercícios propostos não são seguros e não têm fundamento, apesar de visualmente parecerem desafiar o praticante. Para dificultar um movimento, não precisamos inventar nada que assuste só de olhar e nem correr riscos de acidentes ou lesões.

Um excelente exemplo é o exercício desta semana. O movimento é sempre o mesmo. O que podemos mudar é a base de sustentação: quanto menor for a base ou quanto menos apoio tivermos, mais difícil fica. E isso é válido para a maioria dos exercícios.

Objetivo: desafiar a estabilidade da pelve.

Posição inicial 1: em decúbito dorsal, pelve e coluna neutras, pés apoiados sobre a Stability Ball. Braços ao longo do corpo, palmas das mão voltadas para baixo, escápulas estabilizadas.

Posição inicial 2 (como mostra a foto): em decúbito dorsal, pelve e coluna neutras, pés apoiados sobre a Stability Ball. Cotovelos e braços apoiados ao lado do corpo, antebraço e mãos apontando para o teto.

Posição inicial 3: em decúbito dorsal, pelve e coluna neutras, pés apoiados sobre a Stability Ball. Braços apontando para o teto, palmas das mãos viradas para dentro.

Movimento: inspire para preparar. Na expiração, estabilize a pelve e a coluna na posição neutra e estenda o quadril, elevando a pelve do colchonete até alcançar uma linha diagonal longa dos ombros, quadril e joelhos. Na inspiração, retorne.

Marjorie Filellini Laurino
Fisioterapeuta (Crefito-3: 160760-F)

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