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Adaptações dos exercícios

O Pilates, como muito já comentado, é um exercício físico que pode ser praticado por qualquer pessoa, de crianças a idosos. Isso porque muitos dos exercícios feitos nos aparelhos permitem adaptações.
Para os exercícios no Solo, que exigem um nível mais avançado por parte do aluno, o instrutor pode sugerir alternativas que facilitem a prática, comenta Laura Macedo professora de Pilates e aluna de um dos cursos da Stott Pilates™.

O alongamento de uma das pernas, Laura exemplifica, é um dos exercícios que, nem todos os alunos conseguem executar nos primeiros meses de aula. Muitos alegam dores ao elevar a cabeça e o tronco superior do chão, principalmente no pescoço e nos ombros (fraqueza de flexores cervicais e abdominais). E quando uma das pernas se estica, nem todos conseguem movimentá-la numa amplitude de movimento muito grande (por fraqueza abdominal, por ausência de consciência da musculatura abdominal somada à fraqueza ou por hérnia discal e daí não vai conseguir mesmo fazer uma grande ADM com as pernas).

Laura sugere uma lista de adaptações que podem ser feitas para este exercício.

Adaptações para a cabeça:
1 – a cabeça permanece no chão, até que o aluno consiga fortalecer a musculatura abdominal;
2 – ou então, elevar a cabeça, mas com as mãos entrelaçadas atrás dela, para suporte. A Meia Lua pode facilitar o exercício.

Adaptações para as pernas:
1 – os movimentos podem ser mais curtos, e as coxas próximas do tronco, com uma ADM menor, aumentando gradativamente, sendo que um dos joelhos precisa estar estendido para o exercício estar completo;
Ás vezes, para determinado aluno, que relata dores durante o exercício, é necessário ensinar as duas adaptações simultaneamente, para a cabeça e para as pernas.
2 – colocar os braços por baixo do tronco (as mãos sobre os glúteos) ajuda a aumentar a ADM das pernas, por deixar a coluna lombar mais confortável e por dar mais estabilidade à lombar.

A professora Laura ressalta que, os instrutores costumam ter mais consciência corporal do que seus alunos e, por isso, devem compreender suas dificuldades. Os alunos são pessoas comuns que recorrem ao Pilates para melhorar a postura e diminuir os quadros de dor. Cabe ao instrutor perceber a dificuldade daquele aluno e adaptar o exercício para ele:

“São bacanas os conceitos de coluna neutra e imprint, mas às vezes o aluno não consegue e ele fica frustrado se não dou alternativa. E alguns demoram mais que os outros a entenderem a coluna neutra e o imprint. Cada um é cada um. Se os demais instrutores concordam comigo ou não já que eu mudo mesmo a receita de bolo do exercício, não sei! O que eu sei é que tenho bastante alunos, gostam da minha aula, entendem o exercício final e que precisamos trabalhar juntos para chegarmos nele, mas que para esse objetivo talvez sejam necessárias algumas adaptações”, finaliza.

Fonte: lauramacedopilates.blogspot.com

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