Pilates: corpo jovem na maturidade

Pilates: corpo jovem na maturidade  

“Não quero ser um velho alquebrado, quero ser um idoso saudável”, afirma o economista Alceu Tomkiw, 59 anos de idade, diretor de uma multinacional em Curitiba. Como forma de prevenção às complicações naturais do envelhecimento, há quatro meses ele passou a praticar Pilates, readiquirindo uma postura correta, músculos mais firmes e alongados, maior capacidade respiratória e uma melhor qualidade de vida. Tomkiw diz que não se adapta ao ambiente agitado das academias, preferindo o atendimento personalizado. 

Além do bem-estar que o método Pilates proporciona às pessoas de todas as idades, estudos mostram que acima de 60 anos essa prática pode ser uma importante aliada para aliviar dores, aumentar a percepção dos movimentos, proporcionar maior equilíbrio, fortalecer os músculos, desenvolver a flexibilidade, aliviar o estresse e elevar a auto-estima.
Além disso, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma atividade física regular e moderada reduz o risco de morte por problemas cardíacos de 20% a 25% e reduz substancialmente a gravidade de deficiências associadas a cardiopatias e outras doenças crônicas.

O método Pilates está enquadrado num contexto de prevenção primária, secundária e terciária. Realizado por meio de uma série de exercícios feitos no solo ou com equipamentos apropriados, trabalhando todo o corpo de forma harmoniosa e personalizada, conforme as restrições de cada praticante.

O Pilates é um programa completo de condicionamento físico e mental que tem como objetivo desenvolver a estabilidade corporal necessária para uma vida mais longa e saudável. Com um estilo de vida pouco ativo, a imobilização e as doenças neuromusculares diminuem o tamanho e a quantidade do colágeno. A prática desses exercícios estimulam a renovação desta substância e melhoram o equilíbrio da composição química dos fluidos e tecidos do organismo.

O método é também um forte aliado ao combate à osteoporose, doença que causa dor nas costas, fragilidade do esqueleto e maior suscetibilidade às fraturas. Assim, o trabalho com exercícios de fortalecimento dos músculos envolvidos com essas estruturas retarda os níveis da doença, melhorando a força muscular, o condicionamento físico e a coordenação. Sem falar que os praticantes de pilates também fortalecem o assoalho pélvico, que consiste de músculos utilizados para controlar o fluxo da urina e impurezas sólidas do corpo.

Fonte: revistacorpore.com.br

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