Nov 28

Combinação de dança e Pilates dá novo significado ao â??teaserâ??  

Desde dos tempos de Joseph e Clara, cujo estúdio dividia o endereço com a companhia de Ballet de New York, a dança tem andado de mãos dadas com o Pilates.

O que o “pai” do Pilates não poderia imaginar é que seus exercícios pudessem, um dia, inspirar a dança sensual realizada em torno de um tubo de aço, a chamada Pole Dance. Muito menos que seriam executados por bailarinas vestindo sapatos plataforma com saltos de até 10 centímetros.

Pois isso é exatamente o que vem acontecendo num estúdio em Newport Beach, Califórnia, EUA, o Balboa Pilates Studio. Mãe e filha fundaram o estúdio e se uniram à instrutora de Pilates e dançarina Sharon Polky para desenvolver um programa que une a força e flexibilidade dos exercícios de core balance de uma aula de Pilates à aeróbica e sensualidade do Pole Dance. Isso mesmo, o Pole Dance, a famosa dança comum às casas de streap-tease.

A combinação dos exercícios aos movimentos sensuais, além de fortalecer pernas e glúteos e dar fôlego extra, ainda trabalha a inibição, a feminilidade e o senso de humor de cada praticante.

O Pilates no Pole, apesar de parecer divertido, é um exercício que requer concentração e força extra, com um treino rigoroso que chama atenção para o alinhamento e coordenação. Os sapatos de plataforma com saltos altíssimos funcionam como um peso extra, como uma tornozeleira de musculação. E ainda solicitam equilíbrio dobrado , forçando o músculo das pernas a uma concentração isométrica. Se as alunas não tiverem os sapatos apropriados para a aula, o próprio estúdio empresta as plataformas de saltos.

Fonte: Pilates Style

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Nov 27

Pilates e os benefícios para a Terceira Idade  

O Pilates vem ganhando cada vez mais espaço e notoriedade não apenas dentro das academias, como excelente meio para aprimorar o condicionamento físico (aplicado por educadores físicos), mas também dentro de clínicas e estúdios especializados, como técnica de reabilitação (somente aplicado por fisioterapeutas).

Temos aí duas linhas de aplicação, o Pilates fitness, voltado para finalidade estética e o reabilitacional, atuando como artifício fisioterapêutico no tratamento de patologias ósseas e musculares. Os dois trabalhos se diferem entre si devido ao objetivo a que se propõem, mas podem perfeitamente ser integrados dentro de uma só aula, dependendo do objetivo específico de cada aluno.

Além dos maiores benefícios pelos quais o Pilates já é conhecido, tais como melhora da consciência corporal e respiratória; aumento de força e definição muscular; alongamento e diminuição de alterações posturais entre outros, observei durante o tempo de experiência com os praticantes com mais de 60 anos, algumas vantagens que a técnica pode levar sobre outras.

 Os pontos que mais precisam ser trabalhados com esses pacientes são o equilíbrio, a perda de massa muscular e óssea (não esquecendo o fator número um à ser eliminado: a dor), assim os exercícios são traçados para suprir essas deficiências.

É neste momento que ocorre o encaminhamento médico ao Pilates, que atuará como uma poderosa arma neste combate, tornando-se a alternativa mais completa àqueles que procuram amenizar e até mesmo reverter os efeitos do tempo sobre o corpo físico.

Por ser uma atividade que não apresenta nenhum tipo de impacto às articulações, podem se beneficiar os portadores de artrose, artrite reumatóide, artroplastia e discopatias degenerativas (degeneração das vértebras e discos da coluna), osteopenia e osteoporose. A prática contribui também para o fortalecimento do períneo, nas mulheres, e do assoalho pélvico em ambos os sexos, favorecendo os portadores de incontinência urinária.

O Pilates é também indicado para reestabelecer o equilíbrio, através de exercícios desafiadores restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar e realizar as atividades do dia-dia. Nos idosos, o equilíbrio pode estar alterado devido à desvios posturais decorrentes da idade.

Além disso, a prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das aulas.

Autor: Renata Ribeiro - fisioterapeuta,  pós-graduada em Gerontologia e Saúde do Idoso.

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Nov 26

Pilates: reabilitação para a vida 

O Método Pilates apresenta vários benefícios que visam a prevenção, bem como a redução de riscos de lesões que possam vir a ocorrer, além de trazer um alívio às dores crônicas em especial os problemas de coluna. O método abrange o nosso corpo de uma maneira uniforme, onde busca fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, trazendo um maior alinhamento e em determinados casos trazendo uma descompressão das tensões existentes.

O Pilates pode ser indicado para a reabilitação de pacientes pós-cirúrgicos, que apresentam dor aguda, seqüelas neurológicas decorrentes de AVC’s (acidente vascular cerebral), Parkinson, distrofias musculares, patologias que acometem as diversas articulações do corpo, como artroses, tendinites, torções, estiramentos musculares, entre outros. O trabalho de reabilitação é também bastante utilizado em pacientes que se encontram no período pré e pós-parto.

Os atendimentos de Pilates voltados para a parte de reabilitação vão fazer uso de acessórios como bolas de diferentes dimensões, faixas elásticas, rolos, discos de propriocepção, bastão, entre outros. Porém no início do processo de reabilitação se recomenda iniciar os exercícios nos equipamentos de mecanoterapia: Chair, Cadillac, Reformer, Wall Unit e Ladder Barrel. Estes equipamentos são facilitadores, com a função de auxiliar a realização do movimento consciente ao estimular e desafiar a execução de forma tanto assistida como resistida.

Os exercícios no solo, sem equipamentos, são mais recomendados para pessoas que apresentam um domínio maior do seu corpo, pois são considerados exercícios mais avançados. O Pilates é bastante recomendado na reabilitação da condromalácia patelar, artroses, artrite reumatóide, e em disfunções músculo-esqueléticas como síndrome do piriforme, escoliose, estenose do canal vertebral,  dor crônica na coluna lombar,  fibromialgia, entre outros… Lembrando que o Pilates com objetivo de reabilitação e fisioterapia só pode ser orientado por fisioterapeutas e em atendimentos individualizados.

Autor: Dra. Bárbara Freiberger Schaefer - fisioterapeuta

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Nov 25

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Nov 24

Revista Pilates em prol da doação de sangue! 

 25 de novembro – Dia nacional da doação de sangue!

A ciência avançou muito e fez várias descobertas, mas ainda não foi encontrado um substituto para o sangue humano, e por isso, sempre que uma pessoa precisa de uma transfusão de sangue para sobreviver ela só precisa contar com a solidariedade de outras pessoas. Doar sangue é simples, rápido , sigiloso e seguro. Mas apesar de simples, é um gesto que vale a vida!

Para doar sangue é necessário ter mais de 18 e menos de 60 anos, pesar acima de 50 kg. Você não pode ser doador se tiver anemia, diabetes, tiver tido hepatite e malária, ter recebido transfusão de sangue nos últimos 10 anos, sofrer de epilepsia e ter feito tatuagens e colocações de piercing no último ano. Mulheres grávidas, que estejam amamentando, que deram à luz ou sofreram aborto a menos de 3 meses também não são aptas a doar.

Antes da doação o candidato passa por uma entrevista de triagem clínica, na qual podem ser detectadas algumas condições adicionais que possam impedir a doação. As recomendações pós-doação é tomar bastante líquido, e evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas.

Após cada doação são realizados os seguintes exames no sangue do doador:Tipagem sangüínea ABO e Rh; Pesquisa de anticorpos eritrocitários irregulares; Teste de Coombs Direto; Fenotipagem do Sistema Rh Hr e outros sistemas; Testes sorológicos para: Hepatite B, Hepatite C, Doença de Chagas, Sífilis, HIV (AIDS), HTLV I/II. Todas as vezes que você doar sangue serão feitos todos esses testes, e você receberá o resultado em cada doação.

O Estado do Acre promoveu recentemente uma semana de Orientação à Saúde, onde empresas privadas puderam colaborar juntamente com orgãos públicos. Na ocasião, o Hemoacre organizou uma coleta de sangue em unidade móvel, no local do evento. Uma academia e uma clínica de fisioterapia ofereçam aulas de Pilates gratuitas para a comunidade durante o evento. São exemplos de cooperação social que podem ser seguidos em todas as regiões do pais.

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Nov 21

Pilates: quando a dor é do dentista 
 
A odontologia tem sido considerada uma profissão “estressante”, sendo freqüentemente associada a agravos à saúde, tanto de ordem física como psíquica. Estudos sistemáticos sobre os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) colocam os profissionais de odontologia entre os primeiros lugares em afastamentos do trabalho por incapacidade temporária ou permanente e respondendo por cerca de 30% das causas de abandono prematuro da profissão, devido, principalmente, pela postura incorreta, movimentos repetitivos e o uso do mesmo grupo muscular para manter a posição de trabalho.

As regiões mais acometidas pelo DORT em cirurgiões dentistas são: pescoço, punhos, mãos, ombro e região lombar.

O MÉTODO PILATES tem sido uma alternativa de condicionamento muscular procurado por alguns profissionais da área para a manutenção da boa postura. O Pilates consiste em exercícios de condicionamento físico executados em aparelhos ou no solo, utilizando-se de molas como assistência ou resistência para ensinar a forma mais correta “bio mecanicamente” de se utilizar o nosso corpo.

O método ajuda a corrigir a postura; melhorar a flexibilidade e força de forma global; melhorar a coordenação motora e consciência corporal. Além disso, o Pilates ativa a musculatura estabilizadora da coluna (transverso do abdômen e multífidos) de grande importância para o dentista por assumir posições estáticas por um longo período. A musculatura da cintura escapular e membros superiores também deve ser bastante trabalhada por estes profissionais.

A respiração, a concentração e a fluidez de movimentos são princípios do método para existir uma conexão entre mente e corpo, dissipando tensões e stress, melhorando a disposição do dia-a-dia.

Autor: Silvia Aguiar – professora de educação física

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Nov 20

Prática de Pilates auxilia na reabilitação de Amputados  

O Método Pilates é uma técnica de muita eficácia na reabilitação dos amputados após a colocação de prótese. Os exercícios globais trabalham a força, alongamento e melhora da sensibilidade do coto, a propriocepção, a reeducação da postura. Enfim, o método Pilates auxiliará na adaptação do corpo à esta nova condição. Por tratar-se de aparelhos com design diferenciado e com exercícios bem diversificados, o processo de reabilitação torna-se um importante instrumento motivacional para o paciente.

Entre as causas mais comuns de amputação de órgãos inferiores e superiores encontramos: traumatismos, tumores, problemas vasculares, infecções, problemas congênitos e outras. Nas faixas etárias superiores a 50 anos de idade destacam-se os problemas vasculares periféricos, com membros inferiores mais comprometidos, além daqueles causados por diabetes. Acidentes de trânsito e de trabalho são causas traumáticas significativas. Acidentes de trabalho causam em geral amputações dos membros superiores (dedos, mão e braço).

Nos casos de amputação deve haver uma avaliação fisiátrica, que compreende o primeiro passo no sentido da reabilitação física, incluindo serviços prestados por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e especialistas em próteses. No caso de próteses, estes especialistas utilizam recursos técnicos especiais que visam a substituição parcial de um membro. A reabilitação, no entanto, deve ser considerada muito mais ampla e ter início logo após - ou mesmo durante - a colocação de uma prótese.

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Nov 19

Rolo (foam roller): dos estúdios de Pilates para as academias.  

Um colchonete e um rolo de espuma de alta densidade resumem uma nova forma de executar as posturas inspiradas na técnica de Pilates, que chegou há pouco tempo ao Brasil: Pilates com rolo. A proposta é adaptar os exercícios que foram desenvolvidos por Joseph Pilates nos tradicionais aparelhos para outro acessório, como já é comum com a bola suíça, por exemplo.

Para Alessandra Dianin, professora de Pilates da academia Bio Ritmo, em São Paulo, o rolo ajuda o aluno a manter a consciência do corpo durante todos os exercícios, já que, se o tronco ficar torto, dificilmente será possível se manter equilibrado sobre o acessório. “Também é possível trabalhar com todos os níveis de dificuldade em uma mesma aula”, acrescenta.

Ela diz acreditar, no entanto, que variar os aparelhos durante a execução da técnica é melhor do que uma aula inteira com o mesmo acessório. O problema, diz, é monitorar de forma eficiente os alunos. “Em uma aula com mais pessoas, não dá para ter controle. Se usamos somente um aparelho, podemos ter mais alunos, porque consigo observar todos eles.”

Rolo (foam roller): dos estúdios de Pilates para as academias.  

Foi o que constatou o analista de sistemas Carlos Eduardo Bitencourt, 36, que pratica Pilates há seis meses e aderiu à técnica com rolo há um. Como pratica corrida seis vezes por semana, buscou uma atividade que o ajudasse a alongar mais a musculatura e a treinar o balanceamento corporal, como complemento ao esporte. “O rolo trabalha mais com o equilíbrio, a todo momento você pensa que pode cair. Também mostra a postura que devo atingir, pois, se faço os movimentos de maneira errada, meu corpo dói”, diz o atleta, que pratica Pilates duas vezes por semana.
 
As aulas duram, em média, uma hora e são formadas por séries de poucas repetições -no máximo dez por tipo de exercício. Além disso, o instrutor pede ao aluno que execute os movimentos lentamente. “Tudo isso é feito para que o praticante mantenha controle dos exercícios e da postura. Quando o controle é maior, o trabalho é mais intenso”, afirma Dianin.

Rolo (foam roller): dos estúdios de Pilates para as academias.  

Porém, o importante é saber diferenciar bem uma prática da outra. O fato de usar um acessório desenvolvido para o Pilates, não faz da ginástica com o mesmo acessório ser Pilates. É importante ressaltar os riscos para quem tem dor lombar, problemas nos ombros e sobrepeso. Essas pessoas podem sofrer lesões durante a prática de exercícios no rolo se não tiverem bom domínio do próprio corpo.

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Nov 18

Pilates de mãe para filha  

Escolhemos para o artigo de hoje um exemplo da vida cotidiana de mãe e filha para dividir com vocês, o que poderá motivar muita gente a fazer o mesmo.

Grace Miastkowski é instrutora de Pilates e personal trainer e resolveu reservar parte de seu tempo para praticar com sua filha de 7 anos, Lauren.

Ciente de que não poderia ser tão durona quanto é com seus alunos, Grace diz que no começo foi difícil distanciar-se da posição de professora e mãe e deixar que sua filha descobrisse os movimentos por conta própria.

Quando enfim encontrou o equilíbrio entre mãe e professora, Grace conseguiu que as aulas fossem um momento único de cumplicidade entre mãe e filha e de aprendizagem recíproca.

Lauren ensina à mãe coisas novas que ela aprende nas aulinhas de ginastica da escola e Grace ensina à filha a essência do Pilates. Muitas vezes, Lauren diz: “mamãe, mostre-me seus movimentos e eu te mostro os meus!”

Para o momento a duas ficar ainda mais divertido, elas apelidam cada exercício com nomes engraçados. Por exemplo, o termo técnico “side twists” fica mais divertido quando chamado de “beijo de joelhos”.

Enquanto a mãe empenha-se em não ser exageradamente zelosa, ela tem oportunidade de expor a filha a uma atividade saudável e divertida, e ainda divide sua paixão pelo Pilates.

“Você não pode deixar seus filhos dentro de uma bolha, mas deve mostrar o lado de fora e dar a eles a oportunidade de escolha, ensinado-os a escolher bem!”, diz Grace.

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Nov 17

Pilates: Novas Opções de Bolas  

Atualmente quase todos os estúdios de Pilates e academias de ginástica orgulham-se de uma coleção colorida de bolas de estabilidade e os instrutores estão utilizando essa ferramenta mais do que nunca em seus repertórios de treino.

Assim, não é nenhuma novidade que a bola esteja cada vez mais popular e tenha sido objeto de melhorias e inovações num ritmo rápido - desde que um fisioterapeuta suíço introduziu a bola no mundo do fitness, ainda na década de 60.

Com tamanhos e cores variadas, as bolas podem custar de R$100,00 a R$220,00.

Duas das mais recentes adições ao uso da bola de estabilidade são up grades de alta tecnologia.

Um deles é a nova Resist-A-Ball’s Home Stability. Este modelo obriga os músculos a trabalhar com força extra, uma vez que serve como superfície instável.

O modelo, projetado especificamente para uso doméstico, é resistente a um impacto de até aproximadamente 140 kilos.

Outro exemplo é o novo BOSU Ballast Ball, que não rola enquanto vc está se exercitando. Ele é envolto com um peso que demanda intensa concentração enquanto desafia sua resistência. Quando você se move, a bola produz sons diferentes servindo de feedback auditivo para aumentar sua concentração.

A ampla opção de bolas e de exercícios possibilitados por elas, ajuda a aula de Pilates a ter maior dinâmica. Além de divertir os alunos, a bola é excelente alternativa para trabalhos abdominais, alongamentos e relaxamentos.

As bolas da STOTT Pilates, por exemplo, marca de renome e excelência internacional em Pilates, podem ser adquiridas através da Metalife Pilates, licenciada exclusiva da marca canadense para o Brasil.

Maiores informações acesse: http://www.metalifepilates.com.br/stott_stabilityball.php

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