Pilates: questão de consciência corporal

Pilates: questão de consciência corporal  

Há 88 anos, quando Joseph H. Pilates concluiu seu método de exercícios para melhorar o condicionamento físico e mental, ele não poderia imaginar o seu sucesso e longevidade.

Hoje, essa técnica vem sendo usada em academias e centros de fisioterapia e é procurada por adolescentes, atletas, idosos, gestantes, pessoas com problemas musculares e de articulações, dores, pós-cirúrgicos e pós-parto, médicos, enfim, por quem deseja melhorar sua performance, ter mais saúde, disposição e, é claro, um corpo bonito e firme.

“Desafio. Essa é, com certeza, a palavra que melhor define o pilates, método de saúde, qualidade de vida e felicidade. O corpo é constantemente estimulado, mas a chave do trabalho é a percepção de si mesmo, o equilíbrio interno”, conceitua a fisioterapeuta Sabrina Merrighi. Quando ensinamos as pessoas a entenderem o seu corpo, ele melhora e reflete esse aprendizado no dia-a-dia. É a mente que esculpe o nosso corpo.”

Pilates, o criador do método, ensinava que é preciso “concentrar-se nos movimentos certos cada vez que você faz um exercício. Caso contrário, você os executará de forma inadequada e eles perderão seu valor”. Ele enfatizava ainda a importância da respiração para melhorar a oxigenação e, por consequência, a circulação do sangue. Os exercícios trazem inúmeras vantagens, principalmente para quem está cansado das tradicionais ginásticas.

Uma aula de pilates integra séries de exercícios em vários tipos de aparelhos e no chão. “É importante alongar, expandir o arco de movimento do seu corpo, respirar bem e ter consciência postural. Os aparelhos usam a resistência das molas para criar dificuldade e trabalhar da forma mais adequada a demanda

muscular, sempre sob a supervisão de profissional qualificado”, diz a fisioterapeuta. O pilates pode ser praticado por pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico.

Fonte: O TEMPO

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